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Conto - Total Porcaria - Parte 2

Sou um cara descolado e muito urbanizado, não gosto muito de mato e coisas rurais, mas tive que passar um tempo na casa de meus avós que mora uma zona rural. Pensava eu no que tinha para fazer por lá, só mato, e mais mato, bicho e trabalho. Caramba! Não tem sinal nem de rádio direito, é muito interior para meu gosto. Fui lá o grande Moou como me chamam a galera, visitar os vovôs. 

Contei como tinha sido minha visita ao meus avós, lá conheci umas porquinhas rosadas que me tiraram do sério. Não saiu mais de minha cabeça que a safada deixou eu meter o dedo em seu cuzinho rosado e nem deu bola. Aquele bundinha gorda e branca com aquele cuzinho rosado logo abaixo do rabinho em enrolado tinha ficado gravado no interior de minha mente, a bucetinha gorda e branquinha tinha ficado toda suada. Caralho! Tinha que tentar algo diferente, me coloquei a pesquisar na internet e achei alguns caras fodendo porquinhas como ela, isto me tirou da realidade quase gozei no computador. 

Falei com meus pais e disse que queria voltar para visitar meus avós afinal eram velhos e tinha que estar com eles, disse que tinha gostado muito da vida rural, me deixaram ir para lá no final de semana sozinho. Cheguei lá na sexta a noite, fui bem recebido por eles, gostavam muito de mim, isto deixava as coisas difíceis para o que eu pretendia, mas fazia parte. Durante a noite começou a passar pela minha cabeça em dar uma ida até lá para ver as porquinhas, coloquei uma roupa mais solta, era um dia quente, e em silencio sai da casa e fui até o cural mais retirado que elas estavam. Fui acompanhando pelo cachorro vira lata da fazenta, tudo estava calmo e tinha uma lua cheia que ajudava muito na iluminação, quase dava para ver tudo. 

Cheguei no cural e as porquinhas já vieram até mim, acariciei elas mas procurei a minha preferida, uma porquinha branquinha com tom rosado, quase sem pelos, os que tinha eram brancos, tinha um focinho pequeno diferente das demais, e uma bunda grande e gorda, parecia uma mulher gorda de quatro. Comecei a acariciar a safadinha e ela gostou das caricias, com uma mão ficava na cabeça e a outra fui passando pelo seu corpo até chegar em seu traseiro, passei a mão por toda a bunda depois meti a mão na bucetinha que estava toda molhada, meti o dedo um pouco mas logo fui para o cuzinho rosado, era macio e cheio de preguinhas, nunca tinha comido um cú, mas pelo que tinha visto na internet era igual a um cuzão de mulher. Comecei a forçar meu dedo mais ao centro e fui penetrando, logo estava com o dedo quase todo enterrado no cú dela, ela apenas balançava o rabinho e deixava fazer coscas debaixo de seu queixo. Estava quase explodindo de tesão, pulei para dentro da baia, abaixei a bermuda até o joelho, cuspi na mão, punhetei um pouco meu pau e tentei me posicionar atrás dela, sempre fazendo carícia para acalmar. Coloquei a cabeça de meu pau bem no centro de seu cuzinho rosado, quase gozei de tesão, segurei por cima de seu quadril e fui forçando para entrar, em um movimento brusco a cabeça e o pau ficou até a metade enterrado naquela bunda maravilhosa. Pude ver o bundão branco com meu pau enterrado até a metade com o rabinho enrolado logo acima. 

O Filho da puta do cachorro começou a latir, a safadinha andou para frente, tentei segurar em sua cintura para não desgrudar, dei alguns passos, ela parou de repente e meu pau entrou até o fundo. Caralho!! Fui até o céu e voltei. A sensação era inexplicável, não suportei e gozei tudo que podia no fundo do cuzão dela. 

Me desgrudei dela com o pau feito uma tromba, tentei limpar as gotas de porra com o pé, pulei a baia todo atrapalhado, tinha a intenção de sair rápido dali, mas antes voltei e acariciei um pouco mais a safadinha gostosa, que retribuiu parecendo feliz. 

No outro dia, café com os avós, a noite tinha sido maravilhosa, tive que me limpar bem e logo pela manha tomar um banho para disfarçar eventuais cheiros. Disse logo de cara para meu avô que trataria das porcas lá do cural dos fundos. 

Lá estava eu novamente, coloquei milho para elas e fui direto em minha preferida, coloquei o nome carinhoso de Safada, comecei a acariciar ela e logo fui metendo a mão em seu traseiro, sem muita cerimônia meti o dedo em seu cú. Ela deu alguns passos para frente mas se concentrou no milho que tinha acabado de colocar para ela comer. Olhei para ver se alguém vinha, dava tempo pelo menos para dar uma fincada, pulei para dentro, tirei rápido meu pau para fora e segurando no rabinho enrolado fui levando meu pau ao centro de seu cuzinho, não precisei forçar muito, assim que entrou, segurei em sua cintura gorda e enterrei até o fundo quase levantando suas patas traseiras do chão. Deixei fincado por alguns instantes e tirei rápido, guardei meu pau e pulei de volta para fora. Depois fiquei acariciando a Safada, acabei dizendo bobagens para ela - Sua porquinha gostosa, seu cuzinho é uma delícia Safada. Logo meu avô ao longe perguntou se estava tudo certo, voltei para lá e ajudei ele com outros afazeres.


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