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Conto - Cuzinho de Veludo


Meu nome é Edgar, hoje tenho 45 anos e sou dono de uma fazenda pequena, produtora de pelos cavalos, meu negócio é fornecer belos cavalos, mansos e pronto para montaria. Assumo que sou um solteirão, isto para todos que me conhecem, alguns dizem que sou estranho, solitário, viver sozinho em um casarão. Não tenho empregados, não tenho ninguém, dou conta de tudo sozinho. Tenho em torno de 10 éguas de raça, dois garanhões que faz a cobertura de tudo. Meu negócio é simples, trato de todos, escovo, faço a doma e vendo por um bom preço cada cavalo que sai daqui.

Pretendentes que não faltaram, mas falando sério, não gosto de gente. Claro que tive que me relacionar, me atualizar com a tecnologia, não posso ser burro na hora de negociar. Digo que até estudei um pouco, conheço tudo sobre cavalos, preço, me considero um bom negociador.

Para que falar sobre esta porra toda?!!! Bem, por que quero contar em detalhes minha vida. Criei coragem após encontrar um monte de estórias na internet, acho que a maioria é mentira, deve ser fantasia. Mas se foda, talvez a minha também seja, isto você não sabe, mas mesmo assim, pensei e colocar em algum lugar minha história.

Como coloquei, sou um cara solitário, muito solitário, alem de não gostar de gente. Fiquei sozinho após meu pai e minha mãe morrer, acho que tinha uns 20 anos. Já era bicho do mato, fiquei sozinho com a fazenda, como já tocava tudo com meu pai, me virei muito bem.

Mas sabe como é, cara sozinho, homem a flor da pele, caralho! Ficar só na mão não dava. Era crueldade ver meus garanhões cobrindo minhas éguas. Ver minhas lindas éguas com seus bucetões, seus cuzões. Fica chupando manga! Tava sozinho, ninguém me via, nem aparecia, um dia achando que estava possuído, tirei meu pau para fora e comecei a socar uma punheta enquanto passava a mão na bucetona de uma se minhas éguas preferidas. Não demorou muito tempo para eu estar fodendo ela com tudo, metia meu pau com facilidade em sua buceta, era uma maravilha ver o traseiram redondo e meu pau entrando no bucetão. Ela foi se acostumando, mesmo com meu pau bem dotado e grosso, não era nada comparado ao ferro de meu Alazão.

O tempo passou, comecei a experimentar coisas novas, mirei em seu cuzão e experimentei - que maravilha!!! - era mais apartado, então metia no bucetão, deixava meu pau bem molhado , depois colocava no centro do cuzão e enterrava devagar. Entrava com certa facilidade, mas como ela dava algumas piscadas, me deixava louco de tesão. Principalmente quando tirava meu pau, aquele cuzão parecia não deixar tirar e ficava puxando para dentro.

E assim foi, minha égua Linda, virou meu consolo, comecei a separar ela das demais, tinha tratamentos privilegiados. Vez ou outra eu comia o cú de outras éguas, elas foram se acostumando com tudo. Começou a virar uma prática normal de minha fazenda, todo dia, comia alguém, muitas vezes mais de uma vez por dia. 

Até que um certo dia, meu tesão quase me matou, inventei de comer o cú do meu Garanhão, ele me deu um coice que quase me quebrou ao meio. Fiquei alguns dias de cama, quebrado, tive que pedir ajuda para uns conhecidos da  praça. Trataram de meus animais e da fazenda durante um tempo até me recuperar. Ficava só na secura olhando para minha Linda com seu trazeirão andando no pasto e pedia para tratarem ela de forma especial por que era minha matriz principal.

Me recuperei, voltou tudo como era, dispensei a ajuda e voltei a comer minhas éguas. Fiquei longe dos garanhões, não queria me matar. Mas não saia de minha cabeça foder o cú de um macho. Pensei que isto não dava para ser feito, pois não gostavam, então seria estupro, mas e se seu treinase desde pequeno? Aqui começa verdadeiramente minha história.

Coloquei Linda para cruzar com meu  melhor garanhão, foi doído ver ele levar o pauzão na buceta (não sei como elas aguentam). Ela pegou a cruza, fiquei então torcendo que fosse um potranco, que seria meu, exclusivamente para ser treinado a ser meu viadinho.

Sei que isto deve ser pecado, se foda, vou para o inferno, parece até que é crime, mas caralho! Sou eu que me fodo todo para manter toda esta bichalhada viva. E se ensinar com cuidado, o bicho não vai achar nada errado, pois a vida dele é esta. Por isto mantenho minha fazenda em total segurança, sem falar nada para ninguém do que faço.

Cuidei da Linda para ter uma ótima gestação, se cuidava bem de todas, imagina dela que estava levando na barriga quem pretendia que seria minha alma gêmea.  Chegou o grande dia que Linda iria parir, como sempre fiquei de vigia, assim que ela se preparou, entrei na baia e fui ajudar no parto. Ela pariu um lindo potro macho, de cor marrom, crina preta, recolhi o recém nascido e o levei para um lugar que tinha preparado, onde fiz a limpeza dele, deixei bem limpo, ofereci uma mamadeira com leite que tirei de outras éguas.

Eu separei meu amiginho de qualquer contato com outros cavalos e éguas, ele tinha um local separado que dava saída para um pasto atrás das baias que não dava para ver os outros cavalos. O único contato dele era o cheiro dos outros cavalos, tratava ele de uma forma muito especial, como nunca tinha tratado nenhum outro potro.

Já de inicio acostumei ele com as carícias no cú, alem de escovar e deixar ele sempre limpo, comecei a dar meus beijos em seu cuzinho, ele adorava o trato, enquanto mamava seu leite eu mamava em seu cú. Comecei a ficar pelado e mostrar meu pau duro para ele, assim foi se acostumando, chupava seu cú e completava com uma punheta até gozar.

O safadinho começou a lamber a porra e a limpar meu pau. Estava louco para meter meu pau naquele cuzinho novinho mas não queria machucar meu amiginho.




Comentários

  1. Caralho! Que tesão. Queria ter um cavalinho assim só para mim. Deve ser mais gostoso que uma mulher...
    ZooNew

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