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Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 2


Meu nome é Edgar, hoje tenho 45 anos e sou dono de uma fazenda pequena, produtora de pelos cavalos, meu negócio é fornecer belos cavalos, mansos e pronto para montaria. Assumo que sou um solteirão, isto para todos que me conhecem, alguns dizem que sou estranho, solitário, viver sozinho em um casarão. Não tenho empregados, não tenho ninguém, dou conta de tudo sozinho. Tenho em torno de 10 éguas de raça, dois garanhões que faz a cobertura de tudo. Meu negócio é simples, trato de todos, escovo, faço a doma e vendo por um bom preço cada cavalo que sai daqui. 

Estava contando um pouco de minha vida e de como nasceu meu amiguinho.

Eu separei meu amiguinho de qualquer contato com outros cavalos e éguas, ele tinha um local separado que dava saída para um pasto atrás das baias que não dava para ver os outros cavalos. O único contato dele era o cheiro dos outros cavalos, tratava ele de uma forma muito especial, como nunca tinha tratado nenhum outro potro.

Já estava acostumado com nossa rotina, lambia seu cú e penetrava com a língua até gozar, depois ele limpava meu pau até ficar lustrado. Acho que meu amiguinho começou a gostar do gosto de minha porra. Ainda não tinha colocado nome nele, queria fazer tudo certo, fazer com que meu amiguinho também gostasse de nossa relação.

Da mesma forma, meu amor por ele foi aumentando, passando de tesão para carinho, não podia dizer que estava chegando ao amor, mas era mais que carinho que sentia por ele, uma fixação carinhosa, sei lá, só sei dizer que não tinha sentido isto antes, por ninguém ou qualquer outra coisa que fosse.

Quando cuidava dele, meu pau parecia que ia explodir, o tesão era imenso, comecei a enfiar o dedo no cuzinho depois que estava bem lubrificado e relaxado, não demorou muito para eu poder colocar até três dedos sem muita resistência, quando tirava o cuzinho parecia chupar meus dedos para dentro. Estava lindo meu amiguinho, forte, pelo liso, feliz e contente com nossa amizade, pelo menos três vezes ao dia estava com ele e durante o trabalho costumava dar uma olhada. Ele abanava o rabo feliz ao me ver, percebia que quando ele via meu pau, ficava também todo excitado.

Não aguentei mais e chegou o grande dia de me unir ao meu amorzinho. Neste dia chupei seu cú como nunca, enfiava minha língua, depois o dedo indicador, desta vez fiquei só em um mesmo até ver que estava bem relaxado e tranquilo. Segurei meu pau na mão, cuspi e punhetei para lubrificar, virei seu traseiro para mim, ele já deixou o rabo empinado, quase gozei ao ver isto! Peguei meu pau com cuidado e coloquei bem no meio do cuzinho, forcei um pouco e a cabeça vermelha começou a entrar no cuzinho preto, bem devagar, me lembro que fui muito cuidadoso, mas o safado nem se mexeu, ficou com o bundão empinado e firme. Fui forçando e a cabeça foi entrando, depois pouco a pouco meu pau foi deslizando para dentro, ele chupava meu pau com o cú, parecia um vácuo, sei lá, fui enterrando, até meu pau estar completamente enterrado, segurei com cada mão em seu traseiro e puxei contra meu pau, enterrando o que não tinha para dentro.

Parei, fiquei respirando ofegante, a sensação é indescritível, quente, macio, carinhoso, parece mastigar meu pau por dentro. Tentei me controlar para não gozar e explodir em porra, meu coração parecia saltar pela boca, estava tonto, suando, quente...

Não tirei meu pau, apenas deixei fincado, enterrado no fundo do cuzinho do meu amiguinho, e o tesão foi passando para um tipo de carinho, amor, desejo, gratidão, sei lá que diabos... eu abaixei o corpo sobre ele e comecei a beijar seu pescoço, levei uma mão e puxei seu rosto pelo queixo e tentei lhe dar um beijo na boca, mas ele começou a me lamber.

Estava delirando, comecei a gozar lá no fundo, senti meu pau pulsar, enchendo as tripas dele de porra, ele não se mexia, parecia arrebitar a bunda para que eu enterrasse ainda mais.

Pronto! Tinha encontrado um nome para ele - Cuzinho de veludo. Assim eu o chamei e comecei a amar este safadinho. Embora ele ser um potro novo, mesmo meu pau sendo grosso, para o cú dele parecia muito tranquilo, nada invasivo, ele parecia gostar dos agrados e não achar nada estranho, para ele era natural o que fazíamos.

Meu pau saiu rápido de dentro do cuzão, escorregou para fora junto com um cachoeira de porra que ficou pingando do cuzão dele. Ele se virou e come sempre lambeu meu pau e se limpou na sequência. Escovei o safadinho, limpei ele todo, tratei dele com o melhor que se pode dar, levei cenouras, ele era o motivo de minha existência.

OBS.: Foi alterado o texto original devido a muitos erros ortográficos, concordância e digitação que tornavam a leitura muito difícil, embora tentado manter o estilo.


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