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Conto - Um Cãozinho Querido

Meu nome é Lucas e depois de ler vários relatos a respeito de sexo com animais, decidi contar um fato que aconteceu comigo a algum tempo. Não sou muito bom em escrever, mas vou tentar.

Bem, o fato aconteceu alguns anos atrás, eu fui passar minhas férias no sítio de um tiú meu, lá já estava alguns dias e ficava boa parte do tempo livre para passear pelo interior. Ele tem dois cães, um de porte médio, cor meio caramelo, um vira-lata de pelo curto, outro um pouco maior, preto, acho que era um cão de caça. Não me lembro o nome deles, mas um dia eu estava andando por uma trilha que levava até uma cachoeira mais no meio do mato, quando escutei uns ganissos, parecia um cachorro amarrado reclamando para ser solto. Eu andei apreçado em direção ao barulho, pensei que alguns dos cães estava machucado, quando cheguei em uma clareira quase tive um troço. O cão preto maior estava fodendo o cú do outro menor, mas não estava só bolinando não, estava com seu pauzão grosso enterrado até a metade do cú do outro que aguentava tudo com o rabo levantado e a bunda empinada. O menor ganissava, gemendo com a língua para fora da boca olhando para trás, o preto segurava com força com as patas na cintura dele puxando contra seu pauzão.

Eles firam que tinha chegado mas não pararam sua transa, o preto queria enterrar tudo, então segurou com força e tentou meter tudo, o outro tentou sair, se arrumaram um pouco e o preto tentou meter denovo. Segurou com força na cintura do menor e enterrou tudo, ficou tremendo a perna, pude ver seu pauzão enterrado até a mele só com os bagos para fora. Ficaram assim o preto trepado sobre o menor com seu corpo relaxado sobre o outro.

Tirei meu pau para fora e comecei a socar uma punheta olhando os dois grudados. Fui até próximo deles e levantei um pouco a perna do preto e pude ver o pauzão enterrado no cú do outro. Fiquei punhetando até que comecei a gozar tudo sobre eles. O Preto então logo desceu e seu pauzão escorregou para fora do cuzão aberto do outro que ficou caindo porra como uma cachoeira no chão.

O Preto então começou a lamber o cuzão do outro que deixava feliz abanando o rabo.

Eu fui até o menor e comecei a acariciar sua cabeça, enquanto conversava com ele coisa do tipo - então você gosta de dar seu cuzinho para ele é?. Depois disto, fiquei só de butuca nos dois, quando via que saiam para algum lugar ia atrás deles. Peguei por mais duas vezes o grandão metendo o pauzão no cú dele. O Preto ticava com um pau mais grosso que o meu, muito vermelho e duro, não sei como o menor aguentava.

A noite me lembro que me acabava na punheta me lembrando do que tinha visto. Ficava me perguntando como é que foram aprender isto, pois os dois eram machos, o que dava o cú, não era castrado.

Nunca tinha pensado em fazer nada com nenhum animal, mas o tesão era tanto que não conseguia nem olhar para ele. Um certo dia, convidei ele para passear comigo pelas trilhas, o safadinho veio prontamente abanando o rabo, ele caminhava na minha frente e pude ficar olhando seu cuzão parecendo uma rosquinha. Quando achei que estava tranquilo sem risco de chegar alguém, parei me abaixei e chamei ele que veio abanando o rabinho. Estava doido de tesão, não demorei muito já meti o dedo no cú dele que entrou facilmente, era um cuzão macio e relaxado.

Me lembro que tremia de tesão, baixei meu shorts, segurei meu pau, deu uma cuspida na cabeça, lubrifiquei um pouco e fui direto para o cuzão dele. Puxei ele de costas para mim, coloquei a cabeça de meu pau bem no centro do cuzão dele e forcei um pouco, não necessitou muito para entrar até a metade. Segurei em sua cintura e comecei a acariciar sua cabeça com meu pau enterrado paradinho até a metade. ele era muito acostumado, meu pau nem fazia diferença para ele, o pau do outro era mais grosso que o meu. Então segurei com cuidado em sua cintura e fui metendo até o fundo, logo estava com meu pau enterrado até os bagos no cuzão dele. Senti meus bagos roçando os bagos dele, o safado levantou o rabo e ficou me olhando com a língua para fora paradinho.

Na primeira vez não consegui nem fazer nenhum movimento, só deixei meu pau enterrado e comecei a gozar. Ele me limpou direito antes de voltar para casa.

Depois disto, peguei ele mais umas três vezes até minhas férias acabarem. Uma delas compartilhei ele com o grandão Preto, estava comendo o cuzão dele e o Preto chegou, depois que terminei o Preto montou ele, que deixou sem problemas, meteu até o fundo e ficou grudado também.

Nunca mais tive nenhuma experiência deste tipo, também nunca mais consegui ficar um tempo novamente no sítio. Cheguei a visitar, os dois me conheceram ao chegarem da trilha, deu para ver o que estavam fazendo pelo cuzão relaxado do menor.

Até hoje me recordo de tudo que ví e passei e ainda é motivo de muito tesão.






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