Na Antiguidade, a prostituição era regulamentada, o divórcio começou a existir e havia até deuses do sexo! Os documentos da Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. ao século 5 d.C. de acordo com a datação convencional, mostram curiosidades sobre a vida sexual de povos como gregos, romanos e egípcios.
Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios. Foi também na Idade Antiga que os conhecimentos científicos sobre o rala-e-rola começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2. Mesmo assim, algumas crendices sexuais bizarras permaneciam. Na Grécia, por exemplo, acreditava-se que o contato com uma mulher menstruada faria o vinho novo ficar azedo e faria as árvores não dar mais frutos.
Desde a antiguidade o homem possui sua vida profundamente ligada a animais de outras espécies. Com relação a sexualidade, a zoofilia possui ampla distribuição pelo mundo, com uma grande quantidade de adeptos. O termo zoofilia, palavra composta de zoo, que significa animal e filia, que significa amor ou amizade, significa a prática sexual de seres humanos e animais de outras espécies, onde exista o contato dos órgãos sexuais, com ou sem penetração. Assim, entende-se a masturbação das genitálias dos animais, sexo oral, anal, vaginal entre homem ou mulher com o animal, macho ou fêmea, como uma prática zoófila (Oliveira, 2013; Abreu, 2005; Singer, 1999).
Esta prática é difundida entre as pessoas a tal ponto que cerca de 34,75% de homens brasileiros que vivem em zonas rurais já tiveram algum tipo de relação sexual com animais em algum momento da vida, uma prática considerada tão comum que é vista com certa normalidade entre essas pessoas (Oliveira, 2013). Outro ponto a ser destacado é o fato da zoofilia não ser praticada exclusivamente por homens, muitas mulheres são adeptas desse comportamento sexual. Em termos gerais, os homens ao praticarem a zoofilia realizam a penetração do pênis em animais fêmeas ou machos de pequeno ou médio porte como galinhas, cachorros, cabras ou ovelhas. Quando a penetração é realizada em animais de grande porte como éguas, vacas ou porcas, os danos físicos ao animal podem ser mínimos ou totalmente inexistentes devido à diferença de tamanho dos órgãos sexuais (Oliveira, 2013; Singer, 1999).
As mulheres, no entanto, praticam sexo com animais machos de todos os tamanhos como cachorros, touros e até mesmo cavalos estando em uma situação passiva, ou seja, sendo penetradas pelo animal. Devido a isso, na maioria das vezes a mulher pode pensar um pouco e evitar fazer sexo com um animal que possa causar dano físico a si mesma, coisa que não acontece quando o animal está na posição passiva (Oliveira, 2013). Essa prática sexual é extremamente polêmica, pois uma linha de raciocínio argumenta que quando o ato sexual não causa dano ao animal ele pode ser feito tranquilamente e sem vergonha. No entanto outros consideram uma prática imoral e até mesmo satânica (Oliveira, 2013; Singer, 1999). Singer (2011) comenta que alguns homens usam galinhas como um objeto sexual, inserindo seu pênis na cloaca do animal e ocasionando, na maioria das vezes a sua morte. Porém, muitas vezes o homem decapita a ave antes da ejaculação para que o esfíncter tenha algumas convulsões e proporcione mais prazer para o praticante do ato. Contudo, o autor questiona se morrer desta forma seria mais sofrido do que passar o resto da vida presa em uma gaiola estreita com várias outras galinhas, botando ovos sem descanso para depois serem transportadas em caixas apertadas para um abatedouro (Singer, 1999). Sendo assim, Singer (2011) comenta que quando a prática sexual com animais envolve dor, sofrimento e a morte do animal, ela é imoral, todavia, se não há sofrimento a prática pode ser aceitável e tolerável. No entanto, o abuso do bem estar humano e de outros animais não está associado somente a dor física ou a morte. Os problemas psicológicos causados por práticas sexuais inadequadas podem causar danos muitas vezes, mais significativos aos indivíduos, do que a própria violência (Albefaro, 2011).
Em alguns casos comenta-se que esta prática até proporciona prazer para alguns animais que eventualmente procuram a pessoa para a realização do ato sexual. No entanto, geralmente nesses casos o animal adquire um comportamento sexual com pessoas, quando o mesmo mantém contato apenas com o ser humano, não interagindo com nenhum outro indivíduo de sua espécie, ou seja, ele não tem nenhuma alternativa, nem mesmo a masturbação (Oliveira, 2013; Singer, 1999).
Fazer sexo com animais é uma prática bem conhecida nas áreas rurais do Brasil. É uma questão cultural. O menino faz isso por curiosidade, por brincadeira ou para afirmar sua virilidade diante do grupo. O hábito pode ser passageiro ou durar várias décadas - mesmo depois que o homem já está casado ou não tem dificuldades de encontrar parceiras.
Na maior parte dos casos, porém, a prática fica restrita à juventude. Os homens mais velhos se lembram dela como uma travessura adolescente, uma brincadeira divertida e transgressora como matar passarinho com estilingue. Eles não têm, necessariamente, os distúrbios psiquiátricos trata-se apenas de um ato de prazer desenvolvido e que pode ser bom para ambos os lados.
Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios. Foi também na Idade Antiga que os conhecimentos científicos sobre o rala-e-rola começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2. Mesmo assim, algumas crendices sexuais bizarras permaneciam. Na Grécia, por exemplo, acreditava-se que o contato com uma mulher menstruada faria o vinho novo ficar azedo e faria as árvores não dar mais frutos.
Desde a antiguidade o homem possui sua vida profundamente ligada a animais de outras espécies. Com relação a sexualidade, a zoofilia possui ampla distribuição pelo mundo, com uma grande quantidade de adeptos. O termo zoofilia, palavra composta de zoo, que significa animal e filia, que significa amor ou amizade, significa a prática sexual de seres humanos e animais de outras espécies, onde exista o contato dos órgãos sexuais, com ou sem penetração. Assim, entende-se a masturbação das genitálias dos animais, sexo oral, anal, vaginal entre homem ou mulher com o animal, macho ou fêmea, como uma prática zoófila (Oliveira, 2013; Abreu, 2005; Singer, 1999).
Esta prática é difundida entre as pessoas a tal ponto que cerca de 34,75% de homens brasileiros que vivem em zonas rurais já tiveram algum tipo de relação sexual com animais em algum momento da vida, uma prática considerada tão comum que é vista com certa normalidade entre essas pessoas (Oliveira, 2013). Outro ponto a ser destacado é o fato da zoofilia não ser praticada exclusivamente por homens, muitas mulheres são adeptas desse comportamento sexual. Em termos gerais, os homens ao praticarem a zoofilia realizam a penetração do pênis em animais fêmeas ou machos de pequeno ou médio porte como galinhas, cachorros, cabras ou ovelhas. Quando a penetração é realizada em animais de grande porte como éguas, vacas ou porcas, os danos físicos ao animal podem ser mínimos ou totalmente inexistentes devido à diferença de tamanho dos órgãos sexuais (Oliveira, 2013; Singer, 1999).
As mulheres, no entanto, praticam sexo com animais machos de todos os tamanhos como cachorros, touros e até mesmo cavalos estando em uma situação passiva, ou seja, sendo penetradas pelo animal. Devido a isso, na maioria das vezes a mulher pode pensar um pouco e evitar fazer sexo com um animal que possa causar dano físico a si mesma, coisa que não acontece quando o animal está na posição passiva (Oliveira, 2013). Essa prática sexual é extremamente polêmica, pois uma linha de raciocínio argumenta que quando o ato sexual não causa dano ao animal ele pode ser feito tranquilamente e sem vergonha. No entanto outros consideram uma prática imoral e até mesmo satânica (Oliveira, 2013; Singer, 1999). Singer (2011) comenta que alguns homens usam galinhas como um objeto sexual, inserindo seu pênis na cloaca do animal e ocasionando, na maioria das vezes a sua morte. Porém, muitas vezes o homem decapita a ave antes da ejaculação para que o esfíncter tenha algumas convulsões e proporcione mais prazer para o praticante do ato. Contudo, o autor questiona se morrer desta forma seria mais sofrido do que passar o resto da vida presa em uma gaiola estreita com várias outras galinhas, botando ovos sem descanso para depois serem transportadas em caixas apertadas para um abatedouro (Singer, 1999). Sendo assim, Singer (2011) comenta que quando a prática sexual com animais envolve dor, sofrimento e a morte do animal, ela é imoral, todavia, se não há sofrimento a prática pode ser aceitável e tolerável. No entanto, o abuso do bem estar humano e de outros animais não está associado somente a dor física ou a morte. Os problemas psicológicos causados por práticas sexuais inadequadas podem causar danos muitas vezes, mais significativos aos indivíduos, do que a própria violência (Albefaro, 2011).
Em alguns casos comenta-se que esta prática até proporciona prazer para alguns animais que eventualmente procuram a pessoa para a realização do ato sexual. No entanto, geralmente nesses casos o animal adquire um comportamento sexual com pessoas, quando o mesmo mantém contato apenas com o ser humano, não interagindo com nenhum outro indivíduo de sua espécie, ou seja, ele não tem nenhuma alternativa, nem mesmo a masturbação (Oliveira, 2013; Singer, 1999).
Na maior parte dos casos, porém, a prática fica restrita à juventude. Os homens mais velhos se lembram dela como uma travessura adolescente, uma brincadeira divertida e transgressora como matar passarinho com estilingue. Eles não têm, necessariamente, os distúrbios psiquiátricos trata-se apenas de um ato de prazer desenvolvido e que pode ser bom para ambos os lados.


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