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Conto - Namorado Canino - Mudança de Vida

Tomei um banho gostoso tirando o cheiro de Rex de meu corpo ao mesmo tempo que sentia tesão ao pensar em tudo que aconteceu.
Fiquei naquela noite pensando que teria que tomar uma atitude, estava a fim de botar este relacionamento louco para frente.
O primeiro passo seria sair de casa e ir para um lugar só meu.
O segundo era trazer Rex de alguma forma para morar comigo.
Procurei alguns lugares barratos para morar, apartamentos simples pré-mobiliados, mas sempre se certificando se aceitavam animais.
Encontrei um muito bom, quarto e uma área com sala e cozinha conjugada.
Agora seria dar a notícia para meus pais.
Enquanto tomava essas decisões, visitava meu amor sempre que podia, sempre morrendo de tesão e angustiada para que tudo desce certo.

Não suportando mais o tesão, providenciei para a noite com uma saia bem rodada para facilitar as coisas.
Ansiosa fui ao encontro de meu amor, Rex muito feliz me aguardava, respirando ofegante ansioso com sua linguá para fora da boca.
Olhei em redor para me certificar que não tinha ninguém, me aproximei na cerca, levantei a saia, puxei a calcinha para o lado da buceta, abri bem os dois grandes lábios e deixei Rex lamber todo o suco que escoria do fundo de minha buceta.

Ele chegava a enfiar o focinho entro de minha buceta, lambia rapidamente engolindo o suco que extraia. Sua pica canina começou a ficar ereta e a sair aquele enorme batom para fora. Minha boca salivava de vontade de lamber e enfiar ela em minhas entranhas.
Não aguentando mais, comecei a gozar desesperada.

Sentia meu corpo arder de tesão, minhas pernas termião, estava em transe sexual. Ao acordar, me dei conta que estava na estrada dando a minha buceta para um cachorro chupar.
Olhei desesperada ao meu redor e para meu alívio não ví ninguém, sorte minha que o lugar a noite é muito tranquilo, não tendo muito movimento de pessoas.
Meu amigo estava completamente hipnotizado, me olhava como se dizendo "e então vamos foder novamente?":
- Calma amor, logo logo vamos ficar juntos.
Me despedi de Rex, me abaixando e lhe dando um beijo em sua boca canina.
Ao começar a andar Rex me acompanhou pela cerca latindo enlouquecido com seu enorme batom para fora pulsando.
Estava ficando possuída pela situação, olhei para a casa e vi apenas uma luz ofuscada pela cortina, parecia ser de algum comodo aos fundos. O carro estava na garragem, sabia que dessa vez não poderia arriscar.
Alguém em uma janela veio olhar pela cortina a barulheira que Rex fazia, para disfarçar continuei andando e fui para casa.

No dia seguinte contei a meus pais a decisão, eles estranharam mas acharam que estava tocando minha vida com mais independência e coisa e tal.
Queria me mudar ainda naquela semana e começar uma vida totalmente nova. Preparei tudo que iria levar e parti para meu pequeno apartamento livre de qualquer condenação ou julgamento.

Roubando um Cachorro


Agora só faltava meu amor, pensei que a melhor maneira seria roubar Rex e para isto era só esperar o momento certo.
Mesmo já com o quarto liberado, fiquei ainda indo para casa de meus pais na desculpa que iria levar as coisas pouco a pouco, assim poderia vigiar o dia certo para pegar Rex da casa.
Em uma noite muito escura ao chegar próximo da casa, ví com alegria que não tinha nenhum carro na garragem. Corri até o portão e tentei abri-lo, como sempre estava fechado, com dois fios tentei forçar a fechadura do portão, até que abri-o.
Rex pulou com as suas patas sobre mim, lambendo meu rosto de alegria.
Coloquei nele uma coleira com um passei de cão e saí rápido do local.
Caminhamos por uma rua inversa, assim não corríamos o risco dos donos chegarem e me ver com Rex.
Logo estávamos alguns quilômetros do local e não corria mais risco, Rex estava muito tranquilo, caminhava ao meu lado sem paradas e sem prestar atenção em mais nada.
Chegamos no local onde seria nossa morada, subi as escadas com ele e logo estava na porta de meu apartamento. Abri a porta e Rex foi entrando, parecia saber o que estaria por vir.
Assim que fechei a porta, fui tirando minha roupa e nua me coloquei de quatro, hoje seria inesquecível.
Rex veio até mim e começou a me lamber, lambia meu corpo com preça, eu me virei e procurei sua pica, sem pensar muito comecei a lamber, logo começou a sair para fora o enorme batom vermelho e molhado.
Sabia que não demoraria muito para virar a cadela dele novamente.
Rex começou a lamber minha buceta e meu cuzinho com vigor lubrificando minhas entranhas preparando o caminho para sua pica.
Logo veio para trás de meu traseiro, levantou as patas dianteiras e apoiou sobre meu quadril, posicionou sua pica até encostar em minha buceta e começou a bombar freneticamente.

Me posicionei melhor e puxei sua pica para mira de meu cuzinho, em uma estocada vigorosa ele enterrou tudo e começou a bombar novamente.
Nada como um cão para me entender, Rex metia com força e velocidade em um rítimo contínuo, estava tendo várias gozadas seguidas.

Ele segurava com suas patas dianteiras firmemente começando a me arranhar as coxas, mas como queria ser sua cadela deixei como estava, tinha que me acostumar.
As bombeadas foram ficando mais profundas e violentes, até que ocorre uma parada súbita, já sabia o que tinha ocorrido, senti o volume engordar dentro de meu cú, Rex tentou descer de minhas costas sem tirar a pica, situação normal para um cão.
Levei minha mão até meu cú e senti um enorme carroço forçando, ajudei um pouco com a mão, fui relaxando o cú até que o enorme carroço entrasse também.
Ficamos assim grudados, Rex virado para trás com suas nádegas encostadas a minha com sua enorme pica completamente enterrada dentro de meu cú.
Comecei a socar uma siririca vigorosa esfregando minha buceta com força.
Rex tentou se virar e lamber o líquido que escorria de minha mão. Os caninos possuem uma flexibilidade invejável, ele podia ver com nídidez sua pica enterrada em meu cú enquanto lambia minha buceta.
Tive vários orgasmos, uma loucura, minha face parecia que iria queimar, meu corpo tremia de tesão. Ficamos por alguns minutos neste ritual, com a pica enterrada no cú socando siriricas vigorosas.

Rex não aguentando mais, começou a tentar retirar sua pica de dentro de mim, relaxei um pouco e o carroço foi saindo até escorregar para fora rapidamente. Logo o resto da pica foi escorregando para fora escorrendo um líquido viscoso, o que seria a porra de meu macho caninho.
Acabei me deitando de lado no chão, exausta, totalmente saciada. Rex começou a me limpar lambendo meu cuzinho alargado e cheio de porra canina.
Acabei adormecendo ali mesmo e num susto, sem saber quanto tempo fiquei neste estado despertei. Meu Rex estava deitado do meu lado tranquilo me aguardando, ao ver que acordei levantou as orelhas e me olhou.
No momento fiquei em dúvida no que faria, me portaria como uma mulher ou como uma cadela ? Pensei que alguém teria que pensar por nós dois, caso contrário nossa relação estaria em perigo, respondi para mim mesma que deveria ser uma cadela somente nos momentos de relação.
Me levantei nua, toda lambida, comecei a fazer um inventário da situação, estava cheia de pelos grudada em meu corpo, minhas chochas estavam cheias de arranhões das patas de meu Rex, meu cú estava alargado lubrificado ainda com esperma, minha buceta pingava o líquido vaginal que tinha escorrido, meu estado de espírito estava feliz, na verdade nunca tinha me sentido assim tão de bem comigo.
Fui para a cozinha, abri a geladeira e peguei uns pedaços de bife e coloquei sobre a base da pia, cortei em pedaços coloquei em um prato e dei para Rex:
- Toma meu amor, você será tratado como um rei de agora em diante.
Peguei no armário uma lata de comida canina pronta, coloquei em outro prato e coloquei do lado do outro.
Rex enquanto comia os pedaços de Bife me olhava abanando o rabo.
Me abaixei me colocando de quatro novamente e como uma cadela, comecei a comer diretamente com a boca a comida canina. Tinha um gosto horrível de carne e óleo, mas continuei, logo Rex acabou os Bifes e começou a comer comigo no mesmo prato.
Este tipo de fidelidade, de cumplicidade nunca teria com um homem, estava ficando novamente excitada.
Rex então rosnou um pouco para mim, estranhei no momento afastando um pouco o rosto, então me lembrei do comportamento canino, ele estava se posicionando como Alfa, me deitei de barriga para cima na frente dele com as pernas como faz um cachorro quando pede aprovação. Rex olhou e continuou a comer, me levantei e fui vagarosamente com o rosto ao encontro do prato. Rex desta vez aprovou minha investida, comemos o resto da comida juntos, vez ou outra até encostando língua com língua.
Ao concluir levei Rex até nosso quarto que se resumia a um colchão no chão do quarto e vários travesseiros espalhados. Me posicionei de quatro e deitei típico uma cadela na posição fetal. Rex fez o mesmo deitando do meu lado.
Adormecemos feito um casal de cães. A noite comecei a pensar se não estava ficando louca com um comportamento assim como este, mas o incrível que não me sentia mal, no fundo estava feliz com minha decisão.



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