Um novo dia para ficar grudados
Acordei pela manhã a lambidas, meu amor me acordou com lambidas carinhosas em meu rosto se estendendo para o resto do corpo, parando na minha bunda, concentrando-se no meu cuzinho nervoso pela manhã.
Me sentei se espreguiçando em seguida, olhei para o relógio que estava dependurado na parede e tomei um susto, já estava atrasada para o trabalho pelo menos uma hora.
Rex estava ansioso em minha frente, tentando chamar a atenção dando lambidas em meus seios.
Coloquei a mão na testa e comecei a pensar no que faria, vou assim mesmo e chego atrasada? Rex, louco por sexo continuou a lamber meus seios que começaram a ficar acessos com os biquinhos burrinhos. Estava gostando das carícias e segurei o seio lambido com uma das mãos como se oferecendo para ele mamar. O tesão começou a tomar conta de mim e pensamentos promíscuos começaram a passar em minha mente.
Acordei do transe sexual, me levantei rapidamente e fui nua em direção a porta do banheiro, Rex foi atrás de mim.
Lavei o rosto na pia, me olhei um pouco no espelho e quando me dei por conta, Rex lambia minha bunda tentando alcançar meu cuzinho.
Olhei para ele e dei um sorriso, empinei a bunda um pouco para trás e ele pode alcançar meu cuzinho.
"Que delícia de língua quente tem você amor!!!".
Empinei ainda mais minha bunda para trás deixando mais aberta possível, a língua de Rex passava com força, quase penetrando seu interior. Estava ficando enlouquecida novamente, mesmo tentando me concentrar e ir para o trabalho o tesão tomava conta de mim. Comecei a pressionar uma coxa contra outra apertando minha buceta que estava ficando enxada.
Não iria resistir mais, sabia que acabaria sendo fodida loucamente. Meu pensamento mal se completou e Rex tentou me cobrir levantando as patas traseiras e se apoiando em minhas costas.
Segurei em suas patas, não deixando que ele descesse, fui me abaixando ao mesmo tempo que forçando minha bunda contra sua pica que já estava ereta.
Rex já conhecendo o caminho foi logo posicionando sua pica no meu cuzinho, com poucas investidas estava entrando dentro de meu reto. Fui empinando minha bunda a ponto de em cada enterrada a pica entrasse até os bagos, Rex até dava uma paradinha forçando sua pica o mais fundo que podia em meu rabo.
Minha buceta estava ensopada, pingando e escorrendo por minha coxa a baixo. A vontade era de gritar de prazer, gemia alto feito uma cadela enlouquecida por pica canina. Meus gritos deixavam Rex ainda mais excitado, aumentando a velocidade de suas estocadas, meu cú estava largo e lubrificado pela pica que entrava com facilidade.
Logo o enorme caroço começou a forçar a borda de meu cú, e em uma estocada profunda Rex enterrou por completo parando repentinamente seus movimentos.
Estava eu mais uma vez com um verdadeiro mastro enterrado em meu cú, feliz tendo vários orgasmos sequencialmente.
Respirava rápido e profundo, estava queimando de tesão, minha buceta estava quente latejando. Ficamos assim grudados por alguns minutos, sentia a pica latejando dentro de meu reto enquanto Rex lambia a base se sua pica e meu cú alargado.
Olhei para trás e tentei apreciar a sena, estava toda suada com pelos colados em meu corpo, o cheiro forte de cachorro suado misturado com todo o líquido vaginal que tinha escorrido tomava conta do local.
Tentei levar minha mão até os bagos de Rex e acariciar, fazendo carinho em meu macho veril: "Tá gostando de foder meu cú meu amor?".
Rex tentou retirar sua pica de dentro de mim, mas como ainda estava louca de tesão segurei na base do enorme caroço e comecei um vai e vem gostoso, cada retirada escorria a porra de meu cão me lavando de semem canino.
Rex deu alguns gemidos, tremia suas pernas de tando tesão, respirava ofegante com sua boca aberta e língua para fora.
Então finquei o máximo que pude a pica sentindo-a pulsar nas minhas tripas.
Gozei intensivamente e praticamente desmaiei grudada em meu cão que tentou retirar sua pica de dentro de mim com cuidado.
Assim que ele retirou a pica, me coloquei deitada de perna para cima como uma cadela, puxei seu torax para cima de mim, segurei a pica que ainda estava enorme e meti na minha buceta até o caroço. Rex apenas gemeu, ele me comia como um homem come uma ninfeta, segurei com as duas mãos em sua bunda e forcei seu quadril contra minha buceta só ficando de fora os bagos que roçavam meu cuzinho ainda arrombado pela foda rescente.
A enorme pica invadi-o minha vagina e entrou boa parte meu útero a fora.
Neste momento deve ter acontecido o maior gozo da minha vida, deu um gemido alto e meio tremula desmaiei.
Após alguns minutos, eu acho, acordei com Rex ainda sobre mim, não tinha tirado nenhum centímetro a pica de dentro de minha buceta, parecia que tinha ficado presa. Aguardamos mais alguns minutos e a pica começou a amolecer a a sair de dentro de mim.
Enquanto isto eu beijava sua boca segurando seu rosto e enviando minha língua dentro de sua boca. Rex me lambia incondicionalmente, meu rosto todo estava completamente ensopado de saliva canina.
A pica finalmente estava fora de mim e Rex tentou amenizar um pouco o desgaste lambendo, assim como todo cão faz após uma boa foda.
Me levantei ensopada, olhei um relógio que estava na parede, já tinham se passado praticamente três horas desde quando começamos. Que loucura, praticamente fiquei fodendo a manhã toda. Agora não adiantava ir para o trabalho, melhor perder o dia mesmo.
Pensamentos de cadela no cio me passaram pela cabeça, olhei para Rex que ainda estava recuperando sua pica e fiquei com pena. Procurei mais alguns quitutes caninos para lhe dar, tinha que deixa-lo sempre sadio.
Peguei uma lata de comida canina coloquei em um prato e nua fui se sentar em um sofá velho da sala, Rex veio e se deitou no meu lado colocando a cabeça sobre minhas coxas, ofereci a ele o prato de comida, que cheirou e não deu muita importância. Comecei a fazer carinho em sua cabeça, ele correspondia abanando o toquinho de rabo que tinha.
Quando percebi estava eu falando com ele como se você uma pessoa, "O meu amor gostou de penetrar sua cadela ? Mas vai confessa, você nunca tinha comigo um cú não é ? E vamos lá, um cuzinho virgem e apertado como o meu, deve ser uma delicia foder com uma pica com um carroço tão grande como o seu."
Rex então se levantou um pouco e começou a me lamber o rosto, tentei desviar em um impulso instintivo, mas depois relaxei e comecei a retribuir lembendo também. Ele ficou alucinado, ficamos nos lambendo durante minutos, ele sentia o gosto de minha saliva e eu sentia o gosto dele.
Mais uma vez ele começou a tentar me puxar com sua pata, para que eu virasse de costas para ele, eu obedeci e fui virando meu traseiro para ele. Rex começou a lamber minha buceta profundamente, chegava a meter o focinho para dentro e passar a linguá bem ao fundo, vez ou outra subia até meu cú e o lambia concentradamente.
Sua pica foi saindo para fora e sabia que logo estaria me fodendo o cú novamente. Estava ficando obcecada por dar meu rabo a ele, minha buceta era apenas uma preliminar e meu cú estava virando o prato principal.
Rex com seu enorme batom para fora tentou subir em minhas costas, eu segurei em suas patas e fui posicionando minha bunda de maneira a pica dele começar e penetra meu cú. Logo que sentiu que estava entrando no meu rabo, Rex começou a bombar freneticamente, levei minha mão para trás e segurei em suas nádegas para ajuda-lo a manter o rítimo e direção.
Ele foi aumentando o rítimo e as estocadas profundas até dar uma ultima bem fundo e parar, já sabia o que avia ocorrido, senti na base de meu cú novamente o enorme carroço. Levei minha mão até a base do carroço, abri minha nádega com a outra mão e fui forçando para dentro até que em um movimento rápido o enorme carroço entrou dentro de meu cú.
Rex então tentou se virar de costas para mim, sentia sua pica bombar e encher minhas tripas de semem. Uma verdadeira maravilha, estava no céu, talvez louca, talvez doente, mas no céu em um transe sexual intenso nunca sentido.
Conhecendo novos amigos
Após uma longa manhã de sexo, sentia meu cú alargado e minhas tripas lubrificadas. Sentei no sanitário e despachei uma mistura de semem e mucosa anal, meu cú estava alargado, quando fui limpa-lo os dedos entravam com facilidade para dentro.
Tomei um banho, me limpei bem, embora fedendo a cachorro, porra e até a merda, não tinha nojo de mim e aceitava muito bem minha nova situação.
Peguei uma coleira e decidi dar um passeio com meu amor, pensei e ir para o outro lado do bairro evitando a região onde Rex morava.
Ao sair na rua, pensei que estava realmente louca, poderia a qualquer momento ser apanhada pelo verdadeiro dono de Rex. Fiquei meio aflita e entrei em uma rua sem saída para evitar qualquer flagra inesperado.
No final da rua tinha uma pequena praça, alguns bancos ao redor de um playground, me sentei em um banco e deixei Rex a vontade. Ele cheirava tudo que tinha a seu redor, sua vida tinha mudado também, acho que nunca tinha passeado assim antes. Fiquei ali sentada olhando Rex e nem percebi a chegada de um Rapaz com seu cão. Fui notar quando Rex se virou e correu ao encontro do outro cão, que era da mesma raça dele.
Um Boxer branco muito bonito, como todo bom canino, Rex foi direto cheirar o cú de seu novo amigo, ele retribui fazendo o mesmo. Os cães possuem uma forma peculiar de se cumprimentar, acredito que quem conhece o cú de alguém, conhece bem o sujeito, ou no caso, o cão.
Reparei que o cão tinha um cú diferente do de Rex, era uma rosca bem carnuda, Rex começou a lamber o cú do outro cachorro que apenas levantou o rabo e ficou olhando com sua cabeça bem empinada.
Só então reparei o seu dono, um rapaz novo no máximo 16 anos. O Rapaz olhou bravo para Rex depois em seguida para mim e puxou seu cão para perto. Para ser simpática puxei conversa:
- Olá!! Mas que belo Boxe?!!
O rapaz olhou para mim e ainda olhando para Rex retribuiu:
- Oi, éee.... É o nome dele é Max.
- E o seu? - Perguntei a ele na sequencia.
Meio sem graça respondeu:
- O meu é Meth. - Puchou mais uma vez seu cachorro para perto. Estava meio incomodado com Rex cheirando ele, decidi intervir:
- Rex... Para com isto meu amor.
Rex me atendeu e abanando o rabo veio perto de mim e se sentou do meu lado.
O rapaz mais calmo colocou seu cão do outro lado, abraçou e começou a acariciar sua cabeça.
- Sabe o que é, certa vez um outro cão começou a brigar com o Max e deu o maior trabalho para apartar.
- Pelo visto você gosta muito de seu cão?
- Há sim, adoro ele, é meu melhor amigo... poço disser que somos amigos muito íntimos.
Pensei um pouco no que ele disse, pensei no formato do cú do cão, e fiquei imaginando, este rapaz fodia o cú deste cão. Louca que já estava comecei a alimentar o desabafo e a me expor.
- É sei como é, digo que Rex não é meu cachorro, ele na verdade é meu namorado. - Comecei a acariciar sua cabeça e completei.
- Ele me intende, faz todas as minhas vontades e nunca dispensa tempo para me atender ou ficar ao meu lado.
O rapaz ficou meio sem graça e acabou soltando:
- Nossa!! Você ama seu cachorro igual a mim! Max não sei do meu lado e até dorme comigo.
Dei um empurrão com o meu ombro no ombro dele e completei com um sorroso maroto:
- Sei... Começamos a rir sem parar olhando para os lados.
E para deixa-lo ainda mais a vontade completei baixinho:
- Rex também dorme comigo, mas as vezes passamos a noite toda acordados...
Meth começou a rir e ficou vermelho. Após se acalmar, respirou fundo e com coragem perguntou:
- Vocês namoram?!!!
Como uma cadela louca e assumindo meu compromisso com Rex, estava a fim de dizer mesmo "foda-se o mundo", respondi sem medo:
- Sim, namoramos muito.
O rapaz olhou para os lados para ver se estavam mesmo sozinhos e falou baixinho:
- É Max é minha namorada, sabe?!!!
"Bingo!!! Só podia ser, com ciumes do cú do cachorro". Fui simpática e perguntei:
- Você considera ele sua namorada?
Com mais vergonha ainda, meio gago e rapaz assumiu:
- Sim, fodo ele quase todo dia. Aproveito quando não tem ninguém em casa e meto brasa. Max está completamente acostumado com isto, no inicio passava vaselina, mas agora basta lubrificar um pouco minha pica e lamber o cú dele para meter tudo para dentro.
Quase explodi de tesão em ver alguém falar assim. No fundo estava mesmo era aliviada por não ser a única no mundo. Só tinham passados dois dias e minha vida tinha mudado completamente, parecia estar em outra dimensão.
- Que legal, achei um irmão em termos de desejos.
Rimos um pouco e então o rapaz completou:
- Olha, não conte nada a ninguém que não conto também.
- Pode ficar tranquilo, claro que fica entre nós. - Pensei um pouco e completei:
- Você querem ficar nossos amigos? Cara seria ótimo, como se focemos verdadeiros casais de amigos. O rapaz não acreditou e foi completanto:
- Claro que sim, nossa que legal. - E foi me abraçando, agradecido por tirar um peso de suas costas.
Começamos a conversar e ele me contou sua vida cotidiana, como tinha ganhado Max, que era muito tímido e sua insegurança quando começou a transar com seu cão. Pelo que contou já praticava sexo com seu cão a mais de dois anos. Se sentia feliz, mas preocupado se não tinha alguma coisa errada com ele. Contei a ele tudo que tinha acontecido comigo, a loucura que fiz recentemente.
Conversamos durante muito tempo, acho que a conversa fez tão bem a mim quanto vez a ele. Trocamos contato e decidimos nos encontrar em outra ocasião novamente. Tive que sair, Rex estava ficando impaciente, acho que estava ficando com vontade de me foder denodo.
No outro dia Meth me liga, dessa vez estava no trabalho, pois tinha que ganhar a vida para alimentar meu amor e eu. Meio tímido me perguntou se não podíamos nos encontrar para conversar um pouco a noite. Combinamos que ele iria em minha Kitnet mais a noite para bater um papo.
Cheguei em casa, Rex estava impaciente, por ter ficado o dia sozinho, começou a me lamber e quase não deu tempo de tirar a minha roupa, parecia que iria rasga-la toda. Me coloquei de quatro e deixei que me fode-se, Rex socou sua pica em minha buceta vigorosamente sem pena, para não deixar de perder a prática fui me posicionando até começar a bombar meu cú.
Mais alguns minutos de socadas em meu rabo e lá estávamos grudados novamente. Aquilo tinha virado um transe para mim, um conforto, uma consolação, após ter me enchido de porra canina Rex tira sua pica de dentro do meu cú e começa a limpa-la. Permaneci de quatro aguardando, ele percebeu que estava aguardando e começou a lamber meu cú para limpa-lo, - "Bom garoto".
Arrumei um pouco a casa, passei um pano no chão, pois estava tudo com cheiro de cão e foda. Fui até a geladeira verificar se tinha alguma coisa para fazer para beliscarmos, lavei a louça da pia, passei um pano em tudo. Quando me dei por conta reparei que estava nua, corri para o banheiro tomar um banho e colocar alguma coisa.
Logo escutei alguém bater na porta. Meth estava todo sem graça aguardando segurando a coleira de Max.
Entraram na Kitnet e Rex foi dando as boas vindas caninas, o tradicional cheira cú dos cães. Cumprimentei Meth também, cumprimentei Max passando a mão em seu queijo e lhe dando um beijo no focinho.
- Vamos fiquem a vontade. - Apontei para os Puffs do chão. Meth se sentou soltou a coleira de Max e falou:
- Vai rapaz, vamos fazer amigos. - Em seguida olhou tudo em redor. uma apartamento totalmente vazio, nada depindorado nas paredes, muito jornal no chão, sem TV, uma cozinha muito modesta, apenas fogão, geladeira e uma pica com gavetas de duas portas. Fui simpática e falei:
- Deixa eu te mostrar nossa casa. - Levei ele até meu quarto que se resumia em um colxão no chão e uma guarda roupas simples. Mostrei a cozinha, o banheiro que tinha uma divisória de cortina de plastico para o box. Meth olhou tudo e verdadeiro respondeu:
- Simples, bem simples né? - Parou alguns minutos e respondei: - Cara, é nisto que penso para mim e o Max, só tem um problema, não tenho emprego ainda.
- Clama lá, isto você resolve com o tempo, você é novo.
Voltamos para a sala e cada um sentou em um Puff. Logo Max foi ao encontro d e Meth, subindo em suas pernas e começando a lamber seu rosto.
Meth tenta acalma-lo.
- Calma Max, estamos visitando nossos amigos.
- Fique a vontade Meth, aqui dentro somos todos iguais. Sabe quanto estou com Rex trato ele como meu marido, como um verdadeiro casal. Faço o que ele manda, limpo sua sujeira e obedeço seus comando.
Meth respondeu enquanto recebi lambidas:
- Eu tento fazer o mesmo, só que Max é daquelas putas descontroladas e muito carrente, dou atenção para ele o tempo todo. Agora ele acha que vamos começar a namorar, pois geralmente sento no chão do quarto e o chamo para perto de mim.
Notei que Max levantou o rabo mostrando bem o cú que piscava feito uma rosquinha.
- Olha só como ele está excitado. - Disse com Rex do meu lado estava ficando impaciente e se não o segurasse ia acabar fazendo uma confusão.
- Cara! Se você quiser fique avontade.
- Como assim a vondade.
- Quer foder ele, fique avonde. Se permitir eu e Rex vamos assistir.
Meth ficou olhando para mim e Rex e foi abaixando a bermuda. Assim que a Bermuda foi abaixada sua pica saltou para fora feito uma lança em pé, Max não deu tempo e começou a lambe-la.
Meth puchou o traseiro de Max para frente de seu rosto, tirou a lingua para fora e começou a lamber. Max levou seu focinho para trás e começou a lamber junto com Meth seu próprio cú.
Meth começou a se posicionar sobre Max, segurou sua pica e colocou delicadamente no centro da enorme rosquinha, segurou com a outra mão a coxão de Max e foi forçando até que em um movimento rápido entrou até a metada. Ficou assim parado e foi tentando cobrir Max de quadro, que esticava seu rabo o máximo para cima deichando a pica entar o máximo que podia. Meth não forçava nada apenas lambia a boca de Max que retribuia feito uma cadela.
Neste momento devo ter tido uns três orgasmos seguidos, como eram cumprisses, Max estava completamente adaptado ao sexo anal, parecendo até que dependente.
A pica de Max começou a sair um pouco para fora, Meth então começou a levantar seu corpo ficando de joelhos, segurou nas coxas de Max e lentamente começou a bombar. Max apenas olhava para frente, nos observando, caniçando baixinho.
Não suportando, me coloquei de quatro e deixei Rex me bombar o cú novamente, assim que Rex começa seu movimentos frenéticos acabo soltando:
- Agora é minha vez de mostrar como se dá o cú.
Meth continuou fodendo o cú de Max lentamente, enquanto assistia Rex me alargar toda com sua pica frenética entrando e saindo do meu cú.
Meth olhando para o teto e com os olhos fechados começa a gritar:
- Minha nossa que coisa louca, tô...tô gozando.
Segurou com força as coxas de Max contra sua pica e gozou tudo dentro das tripas de seu cão.
Quase que em seguida comecei a gozar e a sentir Rex me encher que porra canina, olhei a pica de Max e escorria um líquido que já conhecia.
Todos tinhamos gozados fartamente.
Rex se desgrudou de mim, sentei novamente no puff para assistir sua tradicional limpeza mas Meth não fez o mesmo, ficou parado com sua pica penetrada e me respondeu:
- Gosto de deixar a pica amolecer dentro do cú dele até sair sozinha. Assim como os cachorros fazem com as cadelas.
Max parecia tranquilo, Meth nem segurava mais suas coxas e ele permanecia parado com a pica de seu dono dentro de seu cú.
Após alguns minutos a pica de Meth escorreu para fora deixando pingar um monte de porra no chão.
- Não esquenta, depois limpamos.
Meth se sentou no puff e Max abanando o rabo foi logo lhe lambendo o rosto, parecia feliz lhe agradecendo pelo que tinha ocorrido.
- Que coias louca, será que somos loucos Julia?
- Pensei muito nisto, sou mais nova que você nesta vida, mas será que é loucura querer ser feliz? Não estamos matando, roubando ou incomodando ninguem!
- É o que penso também, no começo ficava deprimido, parecia que tinha feito alguma coisa muito errada. Depois comecei a perceber que somente possuia tesão se pensasse em foder o Max. Pensei a mesma coisa, Max não parece infeliz, ou estar sendo estrupado, pode até ser que no inicio foi isto que ocorreu, mas veja só como ele está, não parece um cachorro mal tratado ou infeliz.
- Pelo contrário, parece um cachorro muito bem cuidado, e se não gostasse de você não sairia do seu lado.
Abraçou Max, esfregou seu peito e pescoço e falou:
- É isto ai viadinho do papai...
Max coma a lingua para fora retribuiu lambendo seu rosto.
Começamos a conversar um pouco, deixamos Rex e Max a vontade pela casa. Um dos assuntos falados era sobre sexo com animais, comentamos que em algumas cidades de Roma esta prática era permitida e que em alguns lugares da Holanda é até permitido se casar com animais. Brincamos falando que é para lá que devemos ir morar.
A vida continua
O tempo passou e nossa amizade continuou normalmente. As pessoas até nos viam como namorados que possuiam dois cachorros e gostavam de sair para passear com eles.
Até que chegamos a conclusão que deveriamos assumir este comprimisso e proteger nossos verdadeiros amores. Meth veio morar comigo, arrumou um emprego modesto, trocamos para uma casa maior, onde tinha espaso para nossos amores se exercitarem.
Tudo era como deveria ser, cada casal possuia um quarto, algumas vezes transavamos em grupo, mas sempre respeitando a fidelidade um do outro. somente Rex me fodia, somente Meth fodia Max, embora termos fragado por diversas vezes Rex tentando traçar o Max, nos os perduavamos, afinal era o extinto canino.
O tempo passou e começamos a notar que Rex e Max estavam ficando mais velhos, este na verdade sempre foi nosso único medo, como viveriamos sem eles, afinal um cão tem apenas no máximo15 anos de vida.
Discutimos muito sobre esta assunto e chegamos a conclusão que o jeito seria procriação, procuramos um veterinário e após termos confiança, questionamos a possibilidade de coleta de semem e insiminação artificial em cadelas que possuisem as mesmas caracteristicas deles, pelo, tamanho, raça.
Procuramos muito e pagamos uma verdadeira fortuna para isto, nossa única exigencia era para ter certeza que os filhotes eram de Rex e Max.
Uma linda ninhada de quatro cãozinhos nasceram, entre eles um era muito parecido com meu Rex quando era novo, este escolhi para mim, Meth se encantou por um outro filhote todo Branco. Tinhamos certificados que eram filhos de Rex e Max e estavamos felizes, nossos dois filhotes tinham a missão de substituir seus pais.
Não demorou muito para Rex e Max nos deixarem, o primeiro foi Rex, chorei muito, foi em uma manhã chuvosa, ele simplismente não levantou mais, nossa ultima relação tinha ocorrido a algum tempo, praticamente uma punheta. Max demorou mais algum tempo para ir, Meth transava com ele todo dia e dava para escutar as estocadas de meu quarto me relembrando de meu Rex, me consolava chupando a pequena pica de meu filhote.
Quando Max morreu, Meth parecia que ia morrer junto, chorava debruçado por sobre seu corpo dizendo:
- Adeus meu amor... obrigado por tudo que conceguimos juntos.
Depois disto, tinhamos um ao outro para nos consolar, tratavamos como irmãos, foi épocas difíceis.
Nosso bebês foram crescendo, não queria dar o mesmo nome de Rex e o batizei de Tobi, já Meth não se conteve e rebatizou seu bebe de Max Junior.
Já pequenos fomos ensinando suas aptidões para o sexo, fazia chupetas contantes em Tobi, Meth fazia o mesmo com Max Junior, começou lambendo o cuzinho, depois passou a enfiar seu dedo miguinho no cú dele.
Quando percebemos tinhamos dois cachorrões em casa denovo e eramos novamente dois casais felizes.
Há, a casa agora tinha quadros na paredes, todas de Meth e eu com nossos amantes, muitas fotos de Rex e Max, um album secreto continha algumas fotos para matarmos saudade do que realmente ocorria em quatro paredes.
O tempo passou e acabamos por possuir um canil, mantemos a linhagem de Rex e Max, mas tinhamos cadelas de raça que serviam para insiminação do esperma guardado dos dois. Possuiamos os exemplares mais lindos da região e nossos cães ganhavam premiações constantes. Nos mudamos para uma casa no campo, lá podiamos a nos dedicar a criação. Possíamos um local privado sercado onde morava nossos amantes, Tobi e Max Junior, depois seus descendentes.
Eu e Meth eramos cumprisses em nossa vida secreta, quando assistiamos filmes de imortáis entendiamos como os personagem se sentiam, pois tinhamos uma verdadeira maldição, nossos amores morriam de tempo em tempo.
Na terceira geração já cometíamos loucuras para nos manter sempre ativos. Depois que escolhemos um cãozinho amante para cada um, como chamavamos, também escolhiamos os casais de cães restantes.
As fémeas descartavamos para a venda, os machos juntavamos em casais. Filhos do Rex treinavamos para foderem os filhos do Max.
Era uma hurgia canina, estavamos verdadeiramente corrompidos, e sabiamos que se as altoridades ficassem sabendo poderiasmo ir até presos, mas nosso amigos pareciam gostar de tudo.
O processo era o seguinte, coletávamos líguido vaguinal das cadelas no cio.
Passavamos no cú dos filhotes de Max e apoiavamos os filhotes de Rex na foda. Era lindo ver um cão grudado em outro cão pelo cú. Com o tempo eles conceguiam transar sozinhos e de vez em quando encontravamos alguns grudados.
Tinhamos três casais de cães Gays, Igor e Ted, Thor e Bidu, Tom e Jery.
Enquanto fodiamos com Tobi e Max Junior, Meth e eu assistiamos a cachorrada fodendo seus parceiros, um verdadeiro bacanal canino.
Também gostava de observar a submissão canina entre eles, também a personalidade entre os casais, Thor e Bidu eram mais carinhosos um com o outro, gostavam de foder mais tranquilo sozinhos, se lambiam constantemente e Bidu não saía do lado de Thor.
Já Igor e Ted, se quebravam todo, Igor dava investidas constantes em Ted que somente deixava ser penetrado vez ou outra, mas quando isto ocorria, Igor chegava e conceguir peneter o carroço e a ficar grudado durante muito tempo. Depois disto ficava faceiro e tentava brincar com Ted que parecia ser fazer de díficil.
Tom e Jerry eram puro bacanal, não se desgrudavam literalmente, uma vez tive que separa Tom, ele estava emagrecendo de tando foder Jerry.
Algumas vezes ficavamos sem passar a pomada do Cio, como chamavamos, e os casais continuavam transando.
O mais interessante é que cada macho alfa cuidava de seu beta como um casal, diferente do que ocorre quanto uma cadela é compartilhada com todos.
Certo dia acorreu uma situação que ficamos preocupados. Dois rapazes foram escolher um cãozinho para eles, um deles era meio afeminado, mas eram muito discretos. Sem querer Igor e Ted escavam no local privado, passam por dentro da casa e saem grudados no caníl.
Os dois rapazes viram a sena e arregalaram os olhos, o mais afeminado foi ao lado no outro rapaz e colocando uma mão no ombro outra na boca comentou:
- Você está vendo o mesmo que eu?
- Tô sim, são dois cachorros. São mesmo não é dona?
Ralhei com os dois mas o mesmo rapaz me corriguir:
- Não briga com eles, deixa eu ver.
Então começou a me fazer perguntas obsecados olhando a sena:
- Mas o debaixo não é castrado?
- Não é não.
- Mas ele deixa o outro penetrar o cú. Isto é fantástico, minha nossa que coisa incrível.
Então o mais afeminado retrucou:
- Falei que homosexualismo é uma coisa da natureza, não tinha te falado que os cachorros fazem isto o tempo todo. Só não tinha visto assim grudados.
- Mas como que ele permite isto? Vocês treinaram eles?
Olhei para Igor e Ted, assim grudados olhando para nós com a lingua para fora da boca, olhei para os dois rapazes e perguntei:
- Vocês são um casal?
Um olhou para o outro e o mais afeminado falou:
- Sim somos sim, moramos juntos e estamos pensando em casar.
- Querem ficar com eles?
- Com os cães, claro que sim.
- É de vocês, o que está com a pica enterrada do cú é o Ted, o que está fodendo é o Igor. Eles são meio temperamentais, mas quando se grudam é coisa de louco.
- Mas eles são treinados, como é que eles se grudão.
- Olha, é uma experiencia que eu e meu marido fizemos e acaba dando certo. Fui até a geladeira do canil e peguei um dos podes de creme do cio e valei, é só passar este gel todos os dias no cú do Ted. Peguei um combrimido de hormonio feminino canino que é dado para encentivar o cio das cadelas e dei na mão de um deles. Passe o gel no cú e de a ele um comprimido desses ao dia, os dois você pode comprar comigo quando acabar. Só tem um trato.
- E qual é?
- Nunca conte a ninguem sobre isto. - O mais afeminado correu a meu encontro e me deu um abraço.

De início achei um conto incrível e exitante, uma história de amor, mas está última parte dos cachorros que ficavam grudados é sureal mostrando que não passa de ficção.
ResponderExcluirUma pena...