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Conto - Ataque de Tesão Zoo 2

Escrevi a algum tempo uma de minhas aventuras enlouquecido de tesão com um cachorro que encontrei na rua. Tinha uns 18 anos na época, depois disto os ataques de tesão passaram a ficar insuportável, ficava com algumas meninas mas elas acabavam deixando de mim, por que diziam que era doente e pensava apenas em sexo. Gastava toda a grana que sobrava em sexo, pagando putas e viados para me suportar, quando pagava, só fodia cú que era minha preferência. Em certo dia fui com a família para a praia, não sabia como ia ser por lá, com aquelas bundas todas desfilando para todo o lado. Azarei uma menina logo de cara e fodi a bunda dela até não querer mais, ele ficou dolorida me chamou de animal e não quis mais saber de mim. 

Minha irmão tinha trazido junto para a praia o seu Pug, que ficava desfilando com o seu rabo em forma de "coco" e com seu cuzão a amostra para todo lado. Caralho! Não conseguia parar de ver, era uma rosquinha linda, redonda e saliente, meio preta. Eu na secura, dois dias só na mão, o pessoal foi para a praia e o puto do Pug ficou em casa. Não pensei duas vezes, chamei ele para meu quarto, ele mau entrou, fechei a porta e coloquei ele sobre a cama, puxei ele de costas para mim e fui metendo a língua naquele cuzão maravilhoso. O filho da puta nem deu bola e ficou me olhando parecia estar gostando. Comecei a penetrar o cuzão com minha língua e notei que foi ficando bem relaxado. Tirei meu pau para fora, peguei um pouco de gel lubrificante, passei na cabeça e fui metendo no meio do cú dele. A pica foi entrando devagar até que de repente passa a cabeça com tudo e se enterra até a metade. O puto tentou sair, mas segurei ele pela cintura, era um cachorro bem forte e gordinho, parecia um porquinho. Segurei em sua cintura e fui enterrando até a base da pica, esperei um pouco para ele se acostumar, acalmei ele acariciando sua cabeça. Aquele rabo enrolado com o cuzão com meu pau enterrado era uma visão que me matava de tesão. Comecei a socar com vontade, puxava seu quadril contra minha pica, depois tirava até a metade e voltava a enterrar com tudo. Soquei e fodi o cuzão dele durante quase uma hora sem parar e o safado aguentou firme, até que gozei bem no fundo de seu cú, segurei firme e fiquei deixando minha pica enterrada, sentia a cabeça pulsar e despejar a porra. Tirei meu pau meio molenga de dentro de seu cú e começou a escorrer a porra perna a baixo. O safado meteu brasa em lamber tudinho, parecia que tinha experiência. 

O pessoal voltou da praia e o safado andava de um lado para outro feliz como que nada tivesse ocorrido, ou melhor talvez estava feliz por que tinha fodido seu cú até não querer mais. 

O pessoal saiu a noite para dar umas voltas, fiquei na rede lendo um livro e disse que não ia sair, até briquei que ia ficar cuidando do Pug, claro que já tinha segundas intenções. O pessoal mal saiu e já peguei ele no colo, fui até o quarto, tirei minha calça, peguei o lubrificante e com ele no colo mesmo fui punhetando meu pau e lubrificando com gel. Coloquei ele sobre a cama de costas para mim e fui puxando seu traseiro de encontro a minha pica, segurei meu pau e fui colocando no seu cú novamente. Desta vez enterrei de uma só vez até o fundo, como estava alargado da tarde entrou sem grandes problemas, assim que foi até o fundo comecei a socar com vontade e velocidade. Segurei em seu quatril e puxava de encontro a minha pica, o safado ficou empinado só levando pica no cú, etá Pug viado. Fodi durante muito tempo, quando gozava tirava para fora e dava para ele lamber, com suas lambidas meu pau voltava a ficar duro e metia em seu cú novamente. 

Maravilha de foda, eu devo ter ficado fudendo seu cú durante pelo menos duas horas. 

Aquelas férias foram inesquecíveis, perdi a conta de quantas vezes eu fodi aquele cuzinho gostoso, o safado foi ficando cada vez mais meu amigo e não saia do meu lado, me lambia o rosto e ficava se oferecendo na frente de todo mundo. 

O pessoal achava engraçado, minha irmã disse que quando viajar iria deixar ele para mim cuidar. Imagine só que maravilha não seria.




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