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Conto - Ataque de Tesão Zoo

Quando tinha uns 18 anos, ocorria comigo surtos de tesão, me acabava na punheta durante horas, mas tinha ocasiões que não suportava, se tinha uma grana, saía atrás de uma puta, ou travestí, pois adorava um cú. Certa vez ocorreu um surto de tesão e as punhetas não sustentavam mais, o meu pau já estava esfolado, meu saco doía de tanto gozar mas o tesão não passava. A merda é que estava duro, sem grana nenhuma. Mas entrei no carro e saí pela rua, secando a mulherada na calçada, fazendo fiasco, mas nada, não encontrava nada. Foi quando passei em um lugar e ví deis cachorros se aliviando, um estava trepado no outro roçando seu pica grande no cú do outro. O maior era preto, um cachorro mais forte, o que bulinava o outro era menor de porte médio todo malhado. Parei o carro e os dois se assustaram, pareciam cachorros que viviam na rua se não fosse pela coleira do maior. Me aproximei e tentei acalma-los, eram bem dóceis, logo estavam abanando o rabo. Comecei a passar a mão na cabeça deles, me concentrando no maior preto, passei a mão pelo seu corpo e cheguei até seu rabo, ele levantou o rabo e abanou, segurei com uma mão seu pescoço e fiz um carinho, com a outra mão comecei a tocar em seu cuzão que parecia uma rosca saliente meio vermelha. 

O safado deixou sem problema, continuei acariciando sua cabeça e ao mesmo tempo seu cú, aos poucos fui metendo o dedo, ele se retraiu um pouco mas acabou deixando. Caralho! O Tesão tomava conta de mim, me aproximei dele, peguei ele no colo e trouxe comigo, seu amigo canino tentou vim junto mas eu o enxotei. Entrei no carro, coloquei ele no carona e sai a procura de um lugar adequado. 

Na minha infância já tive algumas experiências com a cadela do vizinho, mas nunca tinha fudido o cú de um cachorro, ainda mais da rua. Andei pelos loteamentos, mas não encontrava nenhum lugar até que no final de uma rua, existia muitas casas em construção e não tinha ninguém trabalhando. Parei o carro e entrei em uma delas, fui até a parte de trás em um comudo que ficava mais escondido e levei meu amigo canino. Chegando lá, não suportava mais, estava enlouquecido, abaixei a calça e fui logo atacando o coitado. Levantei seu rabo, segurei com a mão e comecei a cuspi no cuzão enquanto metia o dedo até a metade. Ele não se importou muito, apenas virou o rosto para observar o que fazia, meu pau parecia que ia explodir, o safado então se aproximou e começou a lamber. Era o momento, cuspi na mão, passei em minha pica e puxei o safado de costa para mim, coloquei minha pica bem no meio de seu cuzão e fui forçando até começar a entrar, ele se encolheu um pouco, segurei firme em sua cintura por baixo de sua barriga e continuei enterrando, ele gemeu mas ficou paradinho. Minha pica foi entrando e logo estava enterrada até a metade. Parei um pouco e fiquei olhando meu pau cheio de veias roxas enterrado até a metade no cú daquele cachorro preto. 

Sem pensar, segurei com as duas mãos na cintura dele e puxei com tudo contra meu pau que foi enterrado até os bagos de uma só vez. Ele se debateu um pouco, mas tentei acalma-lo, permaneci com minha pica fincada durante um bom tempo até que comecei devagar o movimento de vai e vem. Logo estava socando com vontade e o cú dele já tinha se acostumado com meu pau. Socava com vontade e o tesão era tanto que não suportei, logo comecei a gozar, mas não tirei o pau, continuei socando e vendo a porra escorrer pelas laterais de meu pau. Soquei até que minha pica começasse a ficar mole, tirei meu pau molengão do cú dele que se virou rápido e começou a lamber. Bom amigo canino, depois que ele me limpou todo, se limpou também, lambendo toda a porra de seu cú, coloquei ele no carro e levei aonde tinha encontrado. Acariciei sua cabeça agradecendo e ele saiu faceiro abanando o rabo pela calçada a fora.


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