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Conto - Gratidão de um Cãozinho Órfão

Olá, vou me chamar de Felipe para não comprometer, pois muitas pessoas não me entenderiam e sei que seria ridicularizado pela sociedade que pelo que parece, não aceita algumas condutas e comportamentos quando o negócio é prazer sexual. Tenho 30 anos, confesso que sempre gostei de Zoofilia, me iniciei com alguma vaquinhas na juventude e me trás lembranças muito boas. Morava no sítio e meu pai possuía algumas vacas, eu era responsável por cuidar delas, ao qual cuidava muito bem, se é que dá para entender. Na flor dos hormônios, me vi socando uma punheta ao ver o imenso bucetão de uma vaca que ficou prenha. Não suportei, era virgem e tinha que experimentar, me lembro que meti meu pau no bucetão e fui até o céu e voltei, era muito úmida e quente, não aguentei muito e logo gozei. Depois disto comecei a ter minhas amigas como parceiras de prazer, quando ficavam prenhas as danadas já me mostravam o bucetão e eu aproveitava. O interessante nisto tudo é que o prazer que gerávamos uns pelos outros me deu uma noção de respeito por elas, além de conversar como qualquer criador conversa com os animais, eu comecei inconsciente a trata-las como minhas amantes, ou dava carinho, escovava, dava comida extra escondido de meu pai, além de convencer meu pai a não mata-las quando chegou o final digamos, de sua vida útil. Claro meu pai me chamava de louco que não podia me afeiçoar pelos animais e meu argumento era - Poxa pai! Depois de tanto leite que elas nos deram, tanto queijo, tanta nata e o senhor tem coragem de fazer churrasco com elas? - meu velho ficou sem graça e mesmo sem muita aprovação no momento acabou cedendo e minha amigas tiveram uma feliz vida de final de carreira.

Foi neste tempo que adquiri esta relação intima com animais, mas não era com qualquer um, como toda pessoa, alguns amigos que pareciam mais sexy que outros, me chamava atenção seu jeito, sua simpatia, claro que o porte e outros dotes. Mas o interessante é que começamos a interpretar olhares, sons, maneiras de agir.

Pois bem, morava sozinho em um apartamento após completar a faculdade na cidade, arrumei um trabalho e toquei a vida, foi difícil no começo me acostumar com a vida urbana, sem a natureza, sem mato, sem o cantar dos pássaros e claro minhas amigas animais.

Estava voltando do trabalho e encontrei na rua uma cadelinha de porte médio vira lata toda detonada, suja, magra, com um olhar triste, era um dia meio frio, ela abanou seu rabo e me olhou nos olhos tristemente. Fiquei com muita pena dela, parei e lhe dei atenção, fiz carinho embaixo de seu queixo e falei um pouco com ela. Me cortou o coração, peguei ela no colo e levei para casa, comecei lhe dando um bom banho, sequei com secador de cabelos em temperatura média, escovei ela, depois peguei um prato e esquentei no micro ondas um pouco de carne moída sem sal, vi a temperatura e dei para ela. O prato era bem grande para uma pessoa adulta comer, ela comeu tudo desesperada, ficou barriguda, aparecendo que tinha uma bola dentro da barriga.

Dei o nome de Saha para ela, comecei a cuidar dela, ela engordou, ficou com o pelo bonito, comprei ração premio para ela, nem parecia a mesma cachorra vira lata que encontrei. Quando chegava em casa tinha alguém para me receber, trocava de roupa e saíamos dar uma caminhada, ela não saia do meu lado. Embora minha Saha ter uma coleira eu não usava guia com ela, era livre comigo, mas como tinha passado o que passou não saía do meu lado.

Certo dia para minha surpresa estava eu me aliviando no quarto, Saha entrou pela porta e subiu na cama, meio sem graça tentei tampar com o travesseiro, mas Saha abanando o rabo veio com o focinho cheirando e tentou tirar o travesseiro. Ela empurrou com o focinho e deixou a aposta meu pau apontando para o teto feito uma lança de pedra. Saha levou o focinho devagar e começou com carinho a lamber a cabeça de meu pau, ela lambia com velocidade e intensidade, depois passou para todo o corpo, a base dos bagos. Caralho!! Estava a ponto de explodir, nem me toquei em tirar seu focinho, Saha não lambeu um pouco, ficou lambendo como se fosse um pirulito sem parar. Não suportei e explodi em porra, Saha prontamente começou a lamber toda porra que tinha saído e espalhado pela cama, pernas e barriga. Depois disto, estava tão satisfeito pelo seu agrado que puxei seu rosto e começamos a trocar beijos de língua, nossas línguas se encostavam e se contorciam.

Este foi nosso primeiro lance e foi ótimo, eu não queria forçar nada, mas ela começou a me procurar toda vez que começava a me aliviar, acho que ela sentia o cheiro, sei lá como sabia. Como sempre gostei de zoofilia (termo que aprendi muito depois que saí do sítio) acabei cedendo, quase todos os dias ela ganhava seu leitinho, mas vejam bem, fato muito importante, eu nunca chamei, peguei ela e coloquei de frente para meu pau, simplesmente quando iniciava a punheta ela corria porta a dentro, saltava na cama e começava a lamber.

Meus sentimentos por ela foram mudando, além de dono, comecei a sentir amor por ela, atração, gostava de ficar com ela, se acariciar, sentia tesão mesmo. Um belo dia Saha entrou no cio e veio me apresentar seu enorme bucetão, na hora me veio a mente o bucetão que me iniciou, carnudo, rosado, piscando me chamando. Ela se mostrava de costas para mim com o rabo para cima, olhava para trás para ver minha reação. Meu coração disparou, nem conseguia tirar a roupa, meu pau estava duro como nunca tinha visto, me abaixei atrás dela, minha Saha se virou e deu algumas lambidas no meu pau e virou para frente empinando a bundinha para mim, segurei meu pau e lentamente coloquei a cabeça no centro de sua bucetinha, esfreguei um pouco, passando para cima e para baixo, parei no meio e forcei, em um movimento rápido meu pau escorregou para dentro até a metade, fiquei olhando meu pau enterrado no bucetão de Saha, segurei em sua cintura que agora já era bem roliça e fui enterrando meu pau, estava completamente enterrado, esperei um pouco com ele enterrado, Saha nem se mexia apenas empinava mais ainda seu traseiro. Comecei bem devagar um vai e vem, tirando meu pau até a metade e voltando a enterrar, fui aumentando aos poucos e logo estava fodendo minha Saha bem gostoso. Ela apenas assistia meu desempenho olhando para trás e empinando o rabo para cima o máximo que conseguia. Saia que os cachorros enterravam tudo repentinamente e deixavam enterrado, não sabia se iria conseguir fazer isto, mas por Saha eu tentei, serei firme e finquei o máximo que pude, deixando fixado ao fundo.

Ficamos grudados o máximo que pude até que não suportando mais tanto tesão comecei a gozar no fundo de sua bucetona, não tirei, sentia pulsar lá no fundo e encher ela de porra. Meu pau escorregou para fora e começou a escorrer porra da buceta dela que prontamente se virou e começou a limpar tudo como de costume. Eu estava fora de mim, me sentei do seu lado tentando me recuperar, Saha com o rabo abanando começou a limpar meu pau que parecia uma tromba de elefante.

Pude notar que Saha era muito grata por tudo que fiz por ela e depois disto mesmo não estando no cio ela se oferecia para mim. Tivemos muitas e muitas transas, pelo menos uma vez por semana acabávamos grudados.

Fiquei com ela até ela ficar bem velhinha, claro que nunca forcei nada com ela, quando percebi que ela não se oferecia mais, não peguei ela mais. Mas ela sempre me retribuía com boas lambidas. Senti muito sua falta e sinto até hoje muitas saudades dela. Mas não acabei por ai, depois de um tempo sozinho, adotei outras duas cadelas de raça grande, me davam muito trabalho para cuidar, mas da mesma forma que Saha de alguma forma começaram a se oferecer para mim também. Mas isto vou deixar para outra ocasião.

Fica aqui minha orientação, se você sonha um dia em experimentar um relacionamento intimo com um animal, respeite-o, não force, afinal elas também possuem dignidade e sentem prazer.




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