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Conto - Minha cadela guarita

Como já relatei nos outros contos, eu desde pequeno sou tarado por foder animais, e o que mais gostava era foder cadelas, porque geralmente tem as bucetinhas apertadas, e me da muita tesão empurrar o pau todinho pra dentro e ficar olhando a bucetinha toda aberta abraçando meu pau todinho.

Mas vamos a guarita! Meu tio era um aficionado caçador de perdiz, então ele sempre tinha uns cachorros da raça perdigueiro, um dia ele ganhou dum amigo dele uma cadela perdigueira pelo malhado de marrom e branco, tinha um ano mais ou menos, era uma cadela linda, e o mais bonito era uma bucetinha vermelha, e até meia grandinha, que me deixou com uma enorme tesão no momento que vi. Ja fiquei maquinando um plano pra comer aquela bucetinha. As vezes a tardinha eu ia numa lavoura que tinha nos fundos de um campo, buscar palha de cana pra dar pras vacas de leite, então sempre levava uma corda pra amarrar as palhas, numa dessas idas a guarita me acompanhou, e eu ja fui pensando que hoje eu ia foder aquela bucetinha. 

Cheguei na lavoura, entrei la pro meio das canas, tirei a roupa, chamei a guarita que veio correndo se rebolando e batendo o rabinho, peguei na cabeça dela, e esfreguei meu pau no focinho dela,ele deu uma cheiradinha e começou a passar a lingua, deixei ela lamber ate o pau ficar que parecia que ia explodir de tão duro,peguei a corda que tinha levado botei no pescoço e atei em um tronco de arvore caido que tinha ali. botei ela deitada de pernas pra cima que nem mulher, cuspi bastante na bucetinha e no pau, deitei em cima, com uma das mãos eu segurei a boca dela pra não me morder, e com a outra encaixei o pau na bucetinha e dei uma forçadinha, o cabeça entrou, ela gemeu deu uma gincadas com a bunda querendo sair, mas eu firmei bem e empurrei o pau com vontade, passou naquele canal apertado que toda cadela tem que é onde tranca o nó do cachorro, e se foi todo pra dentro, ela choramingou, tentou sair, mas eu tava firme e comecei a foder bem gostoso, tirava e botava com vontade até que gozei com furia, enchi aquela bucetinha de leite. 

Fiquei com o pau dentro até amolecer, ai tirei e a cadela choramingava e lambia a bucetinha suja de sangue e de porra, pois tinha sangrado um pouquinho porque meu pau embora não seja grande tinha arrombado aquela bucetinha. Cortei as canas atei e voltei pra casa feliz, deixei passar uns três dias e comi ela de novo, ai ja foi mais fácil, e depois comia ela quase todos os dias, tinha que andar me cuidando porque ela me via e já vinha correndo e enfiava o focinho no meio das minhas pernas e ficava cheirando meu pau, e aonde eu ia ela ia junto. As vezes de noite quando eu ia deitar, depois que todos ja estavam deitados eu abria a janela do meu quarto ela pulava pra dentro, eu fodia ela a vontade, botava ela pra fora de novo, e dormia satisfeito. Por muito anos eu comi a guarita, até que vim pra cidade, e meu tio parou de caçar e deu ela pra um amigo que também caçava cuidar e tirar umas crias. Nunca mais vi minha guarita, minha perdigueira gostosa, mas até hoje tenho saudade dela, foi a primeiro cabacinho que eu tirei.




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