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Conto - Mulher Canina - Parte 2

Meu nome é Aline, tenho hoje em torno de 30 anos e sou uma Zoofilista, ou seja, meu parceiro amoroso é um ser maravilhoso de outra espécie. Sempre tive muito tesão por Zoofilia, pelo que me lembro desde pequena, sempre gostei mais de animais do que de gente, se é que dá para entender.

Na primeira parte contei sobre o melhor presente que meu pai me deu, meu primeiro amor o Luck, um labrador lindo que me iniciou no meu prazer secreto e supremo a Zoofilia. Iniciei minha faculdade de veterinária, Luck me acompanhou, foi meu fiel amante, namorado e amigo. Lá não fiz grandes amizades, somente como colegas de classe o que é inevitável, mas nunca comentei nada com ninguém sobre minha forma de prazer.

Lembro que o Luck ficava me esperando ansioso da faculdade, sabia o que queria e eu sabia muito bem o que ele queria. Tomava um banho e ficava toda cheirosa para ele, colocava minha camisola de malha que ficava com o bundão de fora e me apresentava para ele. Luck logo se aproximava sem muitos rodeios abanando o rabo me lambendo toda. Ele sabia de quem era aquele corpão e já metia o focinho na minha buceta, quando me colocava de costas ele lambia meu cuzinho com vigor e vontade.

Certo dia o tesão me tomou conta e me abaixei um pouco mais, arrebitei a bunda e deixei ele penetrar em meu cú. Luck adorou pois era mais apertado, fodeu freneticamente que minha rosquinha começou a arder. Centralizava para ele acertar bem no meio do buraquinho e senti seu pau aumentar de tamanho dentro do meu cú, ele puxou minha cintura contra ela e enterrou com tudo. Levei a mão para trás e ajudei a entrar o caroço de fixação, pronto, lá estava eu grudada com meu amor pelo meu cú. Sentia o pauzão pulsar e alargar meu reto, foi maravilhoso e intenso, em cada pulsação eu piscava meu cú e sentia o calor do pauzão dentro de mim.

Parecia que o meu amor estava todo dentro de mim, como se invadisse meu corpo e tomasse conta de meu espírito. Fiquei grudada com ele durante pelo menos uns 15 minutos (em um estado de ficar grudada com um cachorro nunca passou menos disto), meti a mão me minha buceta e soquei uma deliciosa sisirica. Devo ter tido uns três orgasmos consecutivos, coisa que sabia que nenhum homem conseguiria me proporcionar.

O pauzão começou a pulsar com mais intensidade e senti o jato quente me encher, logo o caroço começou a ser forçado para sair de dentro de mim, em um movimento repentino saiu de dentro e o pauzão escorregou para fora, meu cú espirou porra para fora que escorreu pelas pernas abaixo.

Meu amor estava realizado, chupei seu pau até ele voltar ao tamanho normal, ele me lambia no rosto, na boca me agradecendo por ser sua esposa canina.

Depois disto começamos sempre a fazer a penetração anal, tanto eu quanto ele preferimos, pois era muito mais intenso que uma foda pela buceta. Além de nos sentirmos mais grudados e completos desta forma. Assim meu Luck ficou aficionado pelo meu cú, ele lambia com força e chegava até a penetrar com a língua, já me colocava de quatro e ele metia seu pau no centro do meu cú, meu amor já conhecia muito bem o local do portal do nosso amor.

Evoluí em minha faculdade e devido a entender muito bem os animais me saia muito bem, eu quase podia ler suas mentes e saber o que queriam. Certa vez fomos visitar um lugar que realizava coleta de sêmem de cavalos. Ao ver uma cruza de um garanhão forte com uma égua, ao invés de ficar constrangida como as demais alunas, fiquei com tanto tesão que acabei desmaiando. Minha nossa! Era um pau imenso entrando na bucetona da égua, fiquei me imaginando se conseguiria aguentar, veio na mente o pauzão do meu amor e tive um ataque de tesão.

No outro dia todos ficaram me zoando que não suportei ver um pau tão grande assim, na verdade era isto mesmo, afinal eu bem sabia os prazeres que poderia me dar.

Tive muitas experiências muito boas, em meu estágio em um hospital veterinário conheci um rapaz que estava desesperado, seu amigo tinha sido atropelado, ele chorava desesperado aos prantos e demonstrava um carinho diferente de todos. A sorte que foi de raspão e o cão fraturou apenas a perna traseira. O Rapaz chorava e passava a mão na cabeça do Pit Bull dizendo - Foi descuido meu, é minha culpa meu amor. Você vai ficar bem meu amor, te amo, querido... - Era uma linguagem que eu conhecia, seu jeito de olhar seu amigo era muito diferente.

O Rapaz não saiu do lado de seu amigo, o cão teve que passar a noite em observação e ele ficou alí a noite toda ao seu lado. Isto me comoveu e quando ia ver como estava o cão comecei a puxar conversa:

- Ele é muito importante para você?

Ele me olhou todo lagrimado sem tirar os olhos de seu amigo e respondeu:

- Você não imagina quanto.

Respondi rapidamente:

- Imagino sim, tenho meu amigo intimo, um labrador chamado Luck e eu não o troco por ninguém neste mundo.

O Rapaz olhou sério para mim, deu um sorriso e continuou acariciando seu amigo.

O Cão se recuperou e tinha o nome de Trovão. Ao sair do hospital o Rapaz veio me procurar, se apresentou, seu nome era Rodrigo e queria meu contato. Dizia ele que era para emergência, caso necessitasse, disse que gostou de mim por que achava que eu entendia sua relação com o Trovão. Bem se ele era um Zoofilista não podia afirmar, mas seu comportamento era quase que uma carteira de identidade. Ao sair ele deu um beijo na boca de seu amigo e saíram lado a lado, Trovão não usava coleira e Rodrigo tentava ajudar ele a andar.



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