Pular para o conteúdo principal

Zoofilia - Moral ou Filosófica

A sexualidade e os desejos sexuais sem sombra de dúvida é um dos maiores mistérios da natureza. Embora nós humanos tenhamos a tendencia de tratarmos tudo com moral e racionalidade, o fato é que se tratando do prazer sexual, todos nós temos uma ação inconsciente, o desejo de fazer sexo quando nossos hormônios estão correndo de forma correta em nosso sangue nos torna automáticos.

Quem é que nunca teve constrangimento por ser denunciado por uma ereção devido a um fato presenciado, uma cobiça inesperada em lugar inapropriado. Ou mulheres que ficam com as pontas dos seios duras denunciando que estão erotizadas por um fato incontrolado em suas mantes.

Os mamíferos guardam este desejo em lugares muito bem guardados do cérebro,  pois o ato não está só associado a procriação mais principalmente na maior forma de prazer que existe.

Desta forma, penso até onde vai a liberdade sexual? 
Foi o caso dos homosexuais que durante quase toda a humanidade foram taxados como doentes. Será que sentir prazer e atração existe uma limitação relacionada diretamente ao órgão genital? Ou seja quem tem pênis deve fazer sexo com quem tem vagina e vice e versa.

O prazer está bem longe do órgão sexual, gênero, raça, está ligado ao prazer.
Mas existe um detalhe, deve ser igualmente prazeroso para ambos os participantes.

Então me pergunto, um cão fazendo sexo com uma mulher, como pode não ter prazer ficando com o pênis ereto e a penetrando, chegando a ficar grudado  como ficaria com uma femeá de sua espécie? Como pode uma égua não estar sentindo prazer quando está no cio e é penetrada, levantando o rabo e empinando seu traseiro para trás? 

Abusos sempre serão abusos, independente dos parceiros, de sexo oposto, do mesmo sexo, ou de espécie diferente. Quando não existe o consenso é moral e obvio que não está correto.

Faço os princípios do grupo Zeta da Alemanha como sendo uma boa prática para os que possuem esta forma de prazer.

Os princípios do ZETA são:
  • Conceda aos animais a mesma gentileza que alguém desejaria conceder a si mesmo.
  • Considere o bem estar de um companheiro animal tão importante quanto o deles.
  • Coloque a vontade e bem-estar do animal à frente dos desejos de gratificação sexual.
  • Ensine aqueles que buscam conhecimento sobre zoofilia e bestialidade sem promovê-lo.
  • Desencorajar a prática de bestialidade na presença de buscadores de fetiche.
  • Censure a exploração sexual de animais com a finalidade de ganho financeiro.
  • Censure aqueles que praticam e promovem o abuso sexual de animais.


O que você acha disto? 
O sexo entre humanos e animais onde o prazer é real para ambos, sem mal-tratos com respeito?


Comentários

  1. Confesso não ser praticante. Nunca me chamou a atenção este tipo de prazer. Mas o artigo me faz pensar no que é o prazer sexual e a liberdade de senti-lo. Artigo muito bem estrito, e faz pensar. Parabéns.

    Marcos-SP

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Conto - A minha primeira égua

Meu nome é Karlos Oliver. Já há mais de vinte anos eu sou praticante assíduo de zoofilia. Sempre tenho narrado as minhas experiências e resolvi contar uma de minhas experiências, pois leio muito sobre o assunto e muitas coisas relatada como verdadeira não passa de narrativas fantasiosas. A minha primeira experiência foi aos 14 anos quando comi o cú de um burro na fazenda do meu pai. Aquela experiência me mostrou um admirável mundo novo. Depois de ter comido o burro eu comecei a querer comer uma buceta de égua, só que na fazenda as éguas que rinham eram muito brava e eu nunca conseguia dominá-las. Mas um dia o meu pai comprou uma égua branca e quando eu ví logo decidi que ia gozar naquela bucetinha branca. Não demorou muito eu fui fazer amizade com ela e ela era muito dócil, mansa, sempre passeava com ela, montava e fui conquistando para a hora certa. A hora certa chegou em um domingo que estava sozinho em casa, peguei uma corda, e fui buscar a minha amante equina. Levei ela para um rio...

O Mendigo e seu Cachorro Amante - 2o Parte

  Moro em um prédio no centro de uma cidade grande. É um prédio simples mas muito bom de se morar, meu apartamento é nos primeiros andares. Embora ser um andar baixo, durante a noite até que fica tranquilo, pois a rua não é uma das principais. De frente a sacada de meu Apartamento tem um outro prédio com um bom espaço de marquise, tipo um jardim de um estabelecimento que vou preservar o nome. Costumava sempre ir na sacada para fumar, ficava apoiado com os braços no para peito a fumar meu cigarro de boa. Tinha contado na parte anterior o que tinha observado um Mendigo e seu Cachorro que dormia debaixo de uma marquise do prédio mais a frente.  Peguei o Mendigo comendo o cú do Cachorro várias vezes durante a madrugada.  Simpatizei pelos dois e levei uma marmita para eles em uma noite. Estava empenhando em não perder desta vez as preliminares de tudo. Então por volta das 1:30 da madrugada, já fui para a sacada do meu apartamento ficar ligado em tudo. A rua foi ficando quieta,...

Conto - Fodendo escondido com meus PitBull

Thomas um garoto de 18 anos gay que consegue ficar sozinho em casa com seus dois cães pitbulls em casa, aproveita o momento se aventura em trepar com os tarados dos animais, acostumados a lamber o pau de Thomas neste dia irão comer o cuzinho do dono favorito da casa. O garoto novinho branquinho, cabelo crespo alto, poucos pelos de barba, corpo liso, magro da bunda grande, ele fica sempre de olho na piroca de seu pai, mas nunca teve coragem de pegar nela por amor e respeito, mas sonha sentir no rabo a rola grossa do papai, poucos amigos sabem de suas aventuras, família não sabe, mas sozinho ele coloca os cães para chupa-lo ele também os mama na rola, os cães adoram ir com ele pra cama, significa que ali ele vai bater uma para eles já vão direto no pau dele, assim que ele vive seus dias. Domingo de sol, família animada para ir na casa da avó, no sitio que tem mais mato que tudo, Thomas alega não estar bem de saúde. Normalmente eles levam os cachorros para soltar eles no mato, mas ele ped...