A sexualidade e os desejos sexuais sem sombra de dúvida é um dos maiores mistérios da natureza. Embora nós humanos tenhamos a tendencia de tratarmos tudo com moral e racionalidade, o fato é que se tratando do prazer sexual, todos nós temos uma ação inconsciente, o desejo de fazer sexo quando nossos hormônios estão correndo de forma correta em nosso sangue nos torna automáticos.
Quem é que nunca teve constrangimento por ser denunciado por uma ereção devido a um fato presenciado, uma cobiça inesperada em lugar inapropriado. Ou mulheres que ficam com as pontas dos seios duras denunciando que estão erotizadas por um fato incontrolado em suas mantes.
Os mamíferos guardam este desejo em lugares muito bem guardados do cérebro, pois o ato não está só associado a procriação mais principalmente na maior forma de prazer que existe.
Desta forma, penso até onde vai a liberdade sexual?
Foi o caso dos homosexuais que durante quase toda a humanidade foram taxados como doentes. Será que sentir prazer e atração existe uma limitação relacionada diretamente ao órgão genital? Ou seja quem tem pênis deve fazer sexo com quem tem vagina e vice e versa.
O prazer está bem longe do órgão sexual, gênero, raça, está ligado ao prazer.
Mas existe um detalhe, deve ser igualmente prazeroso para ambos os participantes.
Então me pergunto, um cão fazendo sexo com uma mulher, como pode não ter prazer ficando com o pênis ereto e a penetrando, chegando a ficar grudado como ficaria com uma femeá de sua espécie? Como pode uma égua não estar sentindo prazer quando está no cio e é penetrada, levantando o rabo e empinando seu traseiro para trás?
Abusos sempre serão abusos, independente dos parceiros, de sexo oposto, do mesmo sexo, ou de espécie diferente. Quando não existe o consenso é moral e obvio que não está correto.
Faço os princípios do grupo Zeta da Alemanha como sendo uma boa prática para os que possuem esta forma de prazer.
Os princípios do ZETA são:
Quem é que nunca teve constrangimento por ser denunciado por uma ereção devido a um fato presenciado, uma cobiça inesperada em lugar inapropriado. Ou mulheres que ficam com as pontas dos seios duras denunciando que estão erotizadas por um fato incontrolado em suas mantes.
Os mamíferos guardam este desejo em lugares muito bem guardados do cérebro, pois o ato não está só associado a procriação mais principalmente na maior forma de prazer que existe.
Desta forma, penso até onde vai a liberdade sexual?
Foi o caso dos homosexuais que durante quase toda a humanidade foram taxados como doentes. Será que sentir prazer e atração existe uma limitação relacionada diretamente ao órgão genital? Ou seja quem tem pênis deve fazer sexo com quem tem vagina e vice e versa.
O prazer está bem longe do órgão sexual, gênero, raça, está ligado ao prazer.
Mas existe um detalhe, deve ser igualmente prazeroso para ambos os participantes.
Então me pergunto, um cão fazendo sexo com uma mulher, como pode não ter prazer ficando com o pênis ereto e a penetrando, chegando a ficar grudado como ficaria com uma femeá de sua espécie? Como pode uma égua não estar sentindo prazer quando está no cio e é penetrada, levantando o rabo e empinando seu traseiro para trás?
Abusos sempre serão abusos, independente dos parceiros, de sexo oposto, do mesmo sexo, ou de espécie diferente. Quando não existe o consenso é moral e obvio que não está correto.
Faço os princípios do grupo Zeta da Alemanha como sendo uma boa prática para os que possuem esta forma de prazer.
Os princípios do ZETA são:
- Conceda aos animais a mesma gentileza que alguém desejaria conceder a si mesmo.
- Considere o bem estar de um companheiro animal tão importante quanto o deles.
- Coloque a vontade e bem-estar do animal à frente dos desejos de gratificação sexual.
- Ensine aqueles que buscam conhecimento sobre zoofilia e bestialidade sem promovê-lo.
- Desencorajar a prática de bestialidade na presença de buscadores de fetiche.
- Censure a exploração sexual de animais com a finalidade de ganho financeiro.
- Censure aqueles que praticam e promovem o abuso sexual de animais.
O que você acha disto?
O sexo entre humanos e animais onde o prazer é real para ambos, sem mal-tratos com respeito?

Confesso não ser praticante. Nunca me chamou a atenção este tipo de prazer. Mas o artigo me faz pensar no que é o prazer sexual e a liberdade de senti-lo. Artigo muito bem estrito, e faz pensar. Parabéns.
ResponderExcluirMarcos-SP