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Conto - Fauna e flora

Há alguns anos comecei a ter interesse por contos que relatam sexo com animais e frutas e/ou verduras, mas nunca tive coragem ou oportunidade, com os verdes sim, pois os consumo kkk mas em relação a animais além do receio não os tenho nem em casa e nem contatos com aqueles com quem poderia ter relação como cães, macacos, equinos e tal. Sou manesinho da ilha de Santa Catarina, moro no norte da ilha com minha esposa, 3 filhos e meu tio, tenho 45 anos e trabalho na Comcap ( companhia de colheita de lixo daqui) como motorista de caminhão há mais de 15 anos, no ano retrasado ganhei do meu filho mais velho um notbook e comecei a mexer e entrar na Internet, e claro fui a alguns sites pornôs e lá li uns contos deste tipo, mas filmes havia pouco. Nunca tive relação homossexual nem mesmo chupada entre primos, minha família muito controladora e sempre sexo normal com minha esposa com quem só casado há 23 anos, o cu ela deu algumas vezes alegando que meu pau é grande e machuca e oral eu que chupo mais a buceta dela.
Mês passado li um conto que me deixou muito excitado, um rapaz tinha o hábito desde a adolescência enfiar legumes como aipim, cenoura, pepino e outros no cu e sentia muito prazer quando tinha o cu lambido pelo cachorro e um dia tentou dar o cu para um cavalo, mas não conseguiu porém vai tentar outras vezes. Aquilo me perturbou por dias, então semana passada meu primo que mora na Tapera, um bairro no sul da ilha meio rural pediu para eu ficar lá cuidando da rocinha dele enquanto ele ia resolver umas coisas em Campo Erê uma cidade de Santa Catarina, eu estava de férias. Uma noite estava chovendo bastante e pouco trabalhei , fiquei em casa ouvindo música e vendo televisão, até que me lembrei da história dos legumes, fui até a cozinha e peguei um aipim e uma cenoura e comecei a roçar os dois no cu e fui ficando excitado para não me machucar coloquei camisinha nos dois e ia alternando, meu cu alargando eu sentindo muito prazer, gemendo, batendo punheta até que gozei com o aipim no cu e dormi com ele lá, quando me acordei estava com vontade de cagar, com o cu dolorido, mas bem satisfeito e pensei: será que vou viciar?!
Durante o dia fiz algumas coisas, fui à rua, o tempo estava nublado deu para arrumar umas coisas na roça até que senti o cu piscando querendo cenoura e aipim, não quis saber tirei a roupa e fui para o quarto e enfiei só a cenoura, gemia, apertava meus mamilos, passava cuspe lá e acabei gozando tirando e botando aquela cenoura média no meu buraco. Quatro dias antes do meu primo chegar já viciado em enfiar aquelas verduras no cu tentei dar para um pangarezinho chamado Pégasus que ele tem, tive nojo, então resolvi dar um banho caprichado nele e lavar bem o seu pau. Por volta das 22h fui lá no local onde ficava o pangarezinho, ele estava dormindo, peguei na rola dele , mas não tive coragem de chupar, muito nojo, acho que ele não transava há um tempão porque logo logo ela ficou dura, senti um tesão que me assustou, tinha levado gel , enchi meu cu e comecei a roçar nele, o bicho ficou louco e quis forçar, eu deixei até quando agüentei, eu parecia uma égua no cio, gemia forte, me contorcia e pedia para ele enfiar mais como se o animal entendesse e pudesse, até que eu gozei e o Pégasus nada de gozar, bati uma punheta e saiu uma gosma viscosa que ficou no chão, fui para casa e ainda com tesão, os dias passaram, não fui mais ver o cavalo, só nos legumes e acabei voltando pra casa, porém aqui não tenho coragem nem de enfiar o dedo no cu só continuo lendo e vendo coisas do tipo e quando como a pomba da minha mulher penso, fico mais excitado e ela que sofre e numa dessas vezes pensei no meu pangaré.
O que procuro? Um companheiro, deve ser decidido, bonito, inteligente, ativo liberal, bem resolvido e de preferência moreno, mulatos e negros. Não a bissexual, pseudo-heterossexual, drogas ( inclusive bebidas e drogas), idiotas, gordos, homem fora da Grande Florianópolis. Eu: carioca, passivo liberal, extremamente carinhoso, negro, 1m74, 20 cm, bonito, gostoso, adoro lamber pau e cu ( principalmente) e bastante sincero.



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