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Conto - Pitibul no vício

Quando estou no sítio, por ser todo com cerca viva e alta, gosto de ficar nu, principalmente à noite. Numa dessas, com uma lua cheia bem clara, decidi ir olhar o meu cachorro que estava latindo. Quando cheguei perto, ele pulou em mim, como sempre faz para receber meu carinho. Mas recuei para não ser arranhado, e o pitibul me segurou de forma carinhosa na minha perna, quando fiquei alisando a sua barriga com um pé. Tudo era penumbra. Senti quando toquei no seu pinto e curiosamente permaneci com o pé em cima, quando notei uma pequena protuberância redondinha… O cachorro ficou lambendo meu pé enquanto segurava minha perna, como se estivesse pedindo para não retirar. E foi lambendo, foi subindo e lambendo minha coxa, subindo e lambeu meu pau, e eu gostei e deixei e ele lambia e eu com medo dele dar uma abocanhada, segurava sua cabeça deixando ele continuar lambendo porque me bateu o maior tesão. Nisso ele salta em minha perna e eu pulo fora, ficando de costa para ele que sem parar de me lamber deu uma lambida em minha bunda, e senti mais tesão ainda e deixei. Com as pernas fechadas, ele lambia por trás de mim entre as coxas e subiu para o meu rego, com lambidas cada vez mais fortes e mais aceleradas, parecia que ele queria acertar a entrada do meu cu. E acertou. Lambendo vigorosamente, metia a sua língua macia e morna por dentro do meu rego, forçando o buraco do meu cu, me deixando cada vez mais excitado, meu pau estava duro, e eu sem saber se caia fora ou deixava ele chupar mais, e deixei porque estava muito gostoso, e de repente ele salta e me segura pela cintura me arranhando, e me dando um tombo que caí de quatro, seguro pelo cachorro doido de tesão em cima de mim, e eu deixei para sentir o que iria acontecer, o bicho em cima de mim, eu passivo, ele passou a cutucar com seu pinto em direção do meu cu, quando sentia suas estocadas de um pinto pontiagudo e fino, que não acertavam o alvo e eu tentando facilitar para que entrasse, sofrendo com as unhas de suas patas me ferindo os quadris. Várias tentativas e não conseguiu entrar e nem fiquei com medo daquela bola enorme que cresceu no pé do seu pênis me atochar e ficar engatado… Consegui me livrar dele atrás de mim e o segurei para conter a sua euforia e aos poucos lhe acalmar, deixando meu pau duraço na boca enorme daquele bicho devasso que quase me estuprou, até que sai do raio de ação da corrente que o prendia…
Um remorso me bateu depois, embora quase nada pudesse fazer para impedir, já que não tinha qualquer intenção.
Mas que foi gostoso, foi…




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