Mais conhecido como Zoofilia o ato sexual entre pessoas e animais não é criminalizado em alguns países. Na Alemanha existem locais específicos que tratam esse "fetiche" por animais. Apesar disso os lugares destinados ao ato não são os únicos onde eles ocorrem. Foi legalizada em 1969 mas atualmente não é permitida mais, o que fez o pronunciamento de mais 100 mil pessoas que se declararam zoofilas.
Enquanto isso a prática também é legalizada na Hungria, Finlândia, México e em alguns estados dos EUA como: Nevada , New Hampshire, Novo México, Texas, Vermont, West Virginia e Wyoming.
Na antiguidade era muito praticado e identificado em quase todas as grandes civilizações.
Pã - Deus Zoofila
Pã (em grego: Πάν , transl.: Pán), na mitologia grega, é o deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores. Vive em grutas e vaga pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas. É representado com orelhas, chifres e pernas de bode, amante da música, traz sempre consigo uma flauta. É temido por todos aqueles que necessitam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia os predispunham a pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente e que são atribuídos a Pã; daí o termo "pânico".
Pã apaixonou-se pela náiade Sírinx, que rejeitou com desdém o seu amor, recusando-se a aceitá-lo como seu amante pelo fato de ele não ser nem homem, nem bode. Pã então perseguiu-a, mas Siringe, ao chegar à margem do rio Ladon e vendo que já não tinha possibilidade de fuga, pediu às ninfas dos rios, as náiades, que mudassem a sua forma. Estas, ouvindo as suas preces, atenderam ao seu pedido e a transformaram em caniço. Quando Pã a alcançou e quis agarrá-la, não havia nada, exceto o caniço e o som que o ar produzia ao atravessá-lo. Ao ouvir aquele som, Pã ficou encantado e resolveu então juntar caniços de diferentes tamanhos, inventando um instrumento musical ao qual chamou Siringe, em honra à ninfa. Esse instrumento musical é mais conhecido pelo nome de flauta de pã, em honra ao próprio deus.
Pã teria sido um dos filhos de Zeus com sua ama de leite, a cabra Amalteia. Seu grande amor no entanto foi Selene, a Lua. Em uma versão egípcia, Pã estava com outros deuses nas margens do rio Nilo e surgiu Tifão, inimigo dos deuses. O medo transformou cada um dos deuses em animais e Pã, assustado, mergulhou num rio e disfarçou assim metade de seu corpo, sobrando apenas a cabeça e a parte superior do corpo, que se assemelhava ao de um bode; a parte submersa adotou uma aparência aquática. Zeus considerou este estratagema de Pã muito esperto e, como homenagem, transformou-o em uma constelação, a que seria Capricórnio.
Pã era o Deus antigo que demonstrava a aceitação Zoofila da antiguidade. Assim era comum mulheres recorrerem ao sexo com bodes em homenagem a Pã (talvez devido a semelhança), o fato é que a atração por animais fazia a fantasia de pessoas que procuravam este tipo de relação lhe levasse ao contato com o Deus.




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