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Conto - Minha esposa me traiu

Sou Eduardo e tenho uma pequena fazenda no interior de São Paulo. Hoje tenho 43 anos, e sou separado. Minha mulher me chifrou com um dos peões da fazenda e meti a bota no rabo dela. Em resumo foi isto que aconteceu, estava puto, solitário, só no trabalho sem muito tempo para procurar outra mulher, enchia o cú de cachaça e era só. Um dia estava meio alegre com um litro de pinga no final do dia na granja de porcos que tenho, comecei a olhar as matrizes, se tava tudo bem com elas, limpei, joguei trato a mais e uma delas me chamou atenção. Era uma leitoa novinha, toda rosada, tenho uma raça que não tem quase pelo nenhum. Sua bundinha gordinha e redonda com o rabinho enrolado não sei por que, talvez a secura me chamou atenção, comecei a olhar ela rebolando e fui ficando com tesão, olhei sua buceta estava toda grande, por que estava no cio. 



Touro velho, vaquinha nova!!! Não aguentei, entrei na baia dela, abrir o reco da calça e tirei meu pau para fora, estava duro como uma lança de matar javali, punhetei um pouco e comecei a bulinar no meio da bucetinha dela, a safada ficou paradinha, a bundinha rosada e gordinha, o bucetão molhadinho, não aguentei e focei meu pau bem no centro e entrou até a metade sem esforço. Quase tive um troço, segurei com as duas mãos em seu traseiro e fui enterrando meu pau bem devagar, logo estava sentindo a bundinha gorda rosando em minhas cochas e meu pau todo enterrado, quente no bucetão da porquinha. 


Não suportei e gozei lá no fundo sem ao menos dar umas socadas, estava muito necessitado. 

Tirei meu pau meio mole e escorreu a porra toda para fora. Caralho! Fiquei com medo da porquinha acabar ganhando uma assombração dessas que agente vê em filmes e na internet. Mas depois fiquei sabendo que não passa de bobagem, não tem como um homem fecundar uma porca!! Mas então, saí do local, louco, tomei o resto da pinga até chegar em casa, tomei um banho e caí na cama. Tive vários sonhos doidos deu comento a porquinha, acordei todo suado e tonto da resaca. 

Passou um tempo e eu não conseguia ir da baia da safada, só de chegar perto e dar uma olhada para a danada meu pau ficava duro. Disse para os peões que aquela porquinha seria de estimação e eu mesmo cuidaria dela, os peões que não são bobos e sabem dessas estórias que acontece no campo, ficaram desconfiados mas obedeceram sem questionar, teve até um comentário - cada um tem a sua preferida chefe. Deixei por isto mesmo, depois disto, um outro dia, fui até lá no final da noite, comecei a acariciar a safada, ela rebolada de um lado para outro com seu bundão redondo, mas sua buceta estava menor, já tinha saido do cío, comecei a olhar seu cuzinho rosado que piscava para mim, eu não suportei, entrei, abaixei minha calça, cuspi na mão e punhetei meu pau, passei um pouco no cuzinho dela que como da ultima vez nem se mexia, levei meu pau no centro do cuzinho dela e fui forçando, meu pau foi entrando e de repente enterrou até a metade. Segurei em sua cintura e tentei acalmar ela acariciando suas costas, isto me deixou com mais tesão ainda, segurei em seu traseiro e puxei contra meu pau enterrando tudo até o fundo, cheguei a rebolar para enterrar o que não tinha. A safada, apenas rebolava o rabinho de mola e fazia uns barulhos de porco baixinho. 

Estava apaixonado! Nunca senti o que estava sentindo, comecei a socar meu pau, tirando até a metade e voltando a enterrar até o fundo novamente. Fiquei socando por uns 10 a 15 minutos, sei lá, até que comecei a gozar, enterrei no fundo e gozei tudo que tinha direito. Depois de pegar folego, comecei a tirar meu pau bem devagar e escorreu minha porra de seu cuzão rosado. A safada saiu rebolando na minha frente balançando o rabinho. 

Conclusão do negócio... agora tenho uma nova esposa, essa não me trai, me dá tudo que eu quero e ainda sai rebolando quando ganha no cú. Depois disto comecei a ser um desses como dizem, zoofila, trato minha porquinha com muito carinho e respeito, modifiquei a baia dela, fis uma especial onde ela pode sair para um pátio só dela, pegar um sol, fuçar, fazer coisa de porco... no final do dia costumo dar um bom banho nela, deixar ela cheirosa, limpinha para nosso amor. Os peões já sabem de meu negócio, mas todos fazer vista grossa e pelo que sei não comentam o fato. 

Por isto, Amélia!!! Minha porquinha é melhor do que você, muito melhor... E foi bom que você me deixou primeiro, por que depois que tudo aconteceu, você poderia ser trocada por uma porquinha... sua filha da p.... Não se preocupe você que tá lendo este teste, o chapéu vai servir em quem tem que servir... se é que me entende.


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