Pular para o conteúdo principal

Conto - Nada com um pauzão de Cachorro

No principio já tinha experimentado todas as formas de sexo, já tive um pau enterrado em todas minhas entranhas possíveis. Já tive até mais de um pau dentro de mim, ai o sexo se tornou... apenas sexo... cotidiano, nada me satisfazia.

Estava doente, talvez, necessitava de ajuda... não estava certo.
Então aconteceu... 
Já era uma mulher formada, 32 anos, sem compromisso com ninguém... coloquei um shortinho curto, muito curto, deixava a metade de meu bundão de fora, enterrado no meio de minhas nádegas, por onde passava, homens babavam, mulheres me reprovavam, algumas com inveja, outras com admiração. Um top que cobria uma pequena parte de meus peitos feito duas laranjas grandes, dourada pelo sol, loira tingida, cintura fina, coxas grossas.

Caminhava, corria, para manter a forma, toda suada, minha pele brilhava sobre a luz do sol. Sentei em um banco do caminho a beira mar, fiquei descansando, tomando água, olhando tudo, mas dentro de mim, fervendo de tesão, minha buceta toda inchada, meus mamilos acessos, meu cú suado piscava pensando em ser preenchido. 

Sem eu perceber, um cão de pelo curto, porte médio, forte, peitoral, se aproximou e se sentou do meu lado, seu calor eu podia sentir, a respiração forte, as gotas de saliva canina escorrendo por sua enorme língua. Notei seus olhos negros e grandes, feito duas bolas de vidro negro, ficou me olhando de cima a baixo, parecia que queria me lamber. 

Não sei ao certo, mas ele parecia sentir o meu tesão. Nunca tinha tido nem se quer algum pensamento a reste respeito, mas naquele momento, o cão me deixou ainda com mais tesão, cruzei as pernas com força, forcei uma coxa contra a outra, espremendo minha buceta, sem perceber estava tendo orgasmos, olhando para o corpo do cão, seus músculos, sua língua quente, seu enorme pau que estava escondido dentro de sua membrana de proteção, seus enormes bagos.

Nunca tinha pensado nisto, já tinha ouvido falar, mas nem se quer tinha me chamado atenção para espiar alguma coisa na internet. Meu cú piscava suado imaginando o enorme pau canino lhe preenchendo, estava em transe, em stase, mas não podia chamar atenção mais do que já chamava, ou acaberia sendo presa por atentado ao pudor.

Me levantei e saí rebolando em passos curtos em um trote de corrida, olhei para trás e meu amigo canino me acompanhava encarando meu bundão. Ele sabia, ele sentia que eu estava com muito, mas muito tesão, e sei lá, que estava com meu cú latejando por um pau.

Continuei a caminhada, olhei para as casas de veraneio, todas fechadas, uma delas tinha um portão baixo, nem um metro tinha, olhei o calçadão, ninguém por perto, não que se podia ver com nitidez, pulei o portão, meu amigo de alguma forma, não sei como, estava do lado de dentro da cerca. Fui entrando, devagar, olhando a casa de fora e pude ver no lado de trás uma área de festa, fui para lá, meu amigo me acompanhou, tinha uma mesa de festa grande, dois bancos, uma enorme bancada com pia e churrasqueira, entrei nela e fui para trás já me ajoelhando. Rapidamente, abaixei meu shorts até os joelhos, fiquei de quatro de empinei o bundão para meu amigo canino, ele me entendeu imediatamente, começou a lamber no centro de minha bunda, parou no meu cú e ficou lambendo com devoção, com atenção e dedicação, ele lambia fundo, sua língua quente e úmida me levava ao céu, apertava minhas coxas uma contra a outra espremendo minha buceta encharcada.

Ele então subiu em mim, puxou meu quadril, suas patas me arranhavam e me deixavam ainda com mais tesão, pude sentir o pau ainda fino sendo esfregado em minhas nádegas, fui posicionando até conseguiu acertar o centro de meu cuzão ansioso, era maravilhoso, intenso, louco. Ele continuou socando, agora o pau estava ainda maior, engrossava, entrava e saía de dentro de meu cú, já sentia o volume alargando meu reto. Meu amigo foi ficando mais e mais enlouquecido, seu pau entrava fundo, engrossava a cada vez que era enterrado, até que, até que... finalmente, ele puxou minha cintura contra seu pau, enterrou... enterrou tudo com força, senti um enorme nó entrar e alargar meu reto ficando preso na parte de dentro segurado pelos músculos forte de meu cú. 

Céu, era o máximo que podia se chegar em matéria de sexo, de tensão, de prazer, tinha orgasmos seguidos, meu corpo tremia todo, suava dos pés a cabeça, minha buceta escorria um farto líquido que molhava minhas coxas e chegava a fazer poça no chão.
Ele se virou e desceu, fiquei grudada, tinha virado uma cadela pelo cú, sentia enorme pau com seu nó pulsar, era o maior pau que tinha entrado em meu rabo. Olhei para ele, estava realizado, tranquilo, com sua língua para fora, me olhando, olhando seu pau enterrado no meu rabo. Sei lá acho que este cão já tinha feito isto antes, sabia o que estava fazendo.

Depois de um tempo, sei lá quanto, uns 15 minutos acho eu, o pau começou a encolher e o nó escorregou para fora, com ele uma cachoeira de porra canina escorreu feito um jato. 

Tinha feito sexo com um cão, ele tinha enterrado até os bagos no meu cú, me encheu de porra, me fudeu como nenhum homem tinha feito. Eu, tinha gozado mais que em toda minha vida, um gozo duradouro, um orgasmo estranho, pois não passava, parecia que tinha ficado em estado de orgasmo.
Me virei e comecei a chupar seu pau que ainda estava para fora, lambi toda a porra, limpei tudo feito uma boa cadela que me tornei.

Me levantei, estava imunda, suja, cheia de pelos, suada, e lavada de porra, puxei meu shots para cima, enterrei no rabo e saí rebolando com meu amigo atrás. Voltei para o calçadão, quando pulei o portão, um casal ficou me olhando, meu amigo pulou em seguida, ao passar por eles, ficaram admirados pelo meu cheiro e o estado que estava, olharam para meu amigo logo atrás, acho que tinha sacado o que ocorreu, isto me deixou novamente com tesão.

Voltei o caminho e chamei meu amigo para me acompanhar, ao chegar em casa, como morava sozinha não iria ter problema. Repeti a dose, tirei minha roupa enlouquecida, me coloquei de quatro e virei para ele, que não vez rodeios, pulou em minhas costas e começou a foder meu cú novamente.
Em pouco tempo lá estava eu com o enorme pauzão enterrado no meu cú novamente...


Tinha descoberto o sexo... o prazer real... o tesão supremo...


Ele me comeu com força... depois troquei para a buceta e enterrei o pauzão até o nó dentro de mim...



Me apaixonei por ele... casei com meu amigo, coloquei o nome dele de Wolf. Só ele consegue me comer todos os dias, nunca tem preguiça, sempre está disponível para meu cú, minha buceta e minha boca. Queria ser uma cadela e ter filhotes com ele... sei que é loucura, mas queria dar ainda mais para ele... meu macho... meu cão... meu pauzudo...






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conto - A minha primeira égua

Meu nome é Karlos Oliver. Já há mais de vinte anos eu sou praticante assíduo de zoofilia. Sempre tenho narrado as minhas experiências e resolvi contar uma de minhas experiências, pois leio muito sobre o assunto e muitas coisas relatada como verdadeira não passa de narrativas fantasiosas. A minha primeira experiência foi aos 14 anos quando comi o cú de um burro na fazenda do meu pai. Aquela experiência me mostrou um admirável mundo novo. Depois de ter comido o burro eu comecei a querer comer uma buceta de égua, só que na fazenda as éguas que rinham eram muito brava e eu nunca conseguia dominá-las. Mas um dia o meu pai comprou uma égua branca e quando eu ví logo decidi que ia gozar naquela bucetinha branca. Não demorou muito eu fui fazer amizade com ela e ela era muito dócil, mansa, sempre passeava com ela, montava e fui conquistando para a hora certa. A hora certa chegou em um domingo que estava sozinho em casa, peguei uma corda, e fui buscar a minha amante equina. Levei ela para um rio...

O Mendigo e seu Cachorro Amante - 2o Parte

  Moro em um prédio no centro de uma cidade grande. É um prédio simples mas muito bom de se morar, meu apartamento é nos primeiros andares. Embora ser um andar baixo, durante a noite até que fica tranquilo, pois a rua não é uma das principais. De frente a sacada de meu Apartamento tem um outro prédio com um bom espaço de marquise, tipo um jardim de um estabelecimento que vou preservar o nome. Costumava sempre ir na sacada para fumar, ficava apoiado com os braços no para peito a fumar meu cigarro de boa. Tinha contado na parte anterior o que tinha observado um Mendigo e seu Cachorro que dormia debaixo de uma marquise do prédio mais a frente.  Peguei o Mendigo comendo o cú do Cachorro várias vezes durante a madrugada.  Simpatizei pelos dois e levei uma marmita para eles em uma noite. Estava empenhando em não perder desta vez as preliminares de tudo. Então por volta das 1:30 da madrugada, já fui para a sacada do meu apartamento ficar ligado em tudo. A rua foi ficando quieta,...

Conto - Fodendo escondido com meus PitBull

Thomas um garoto de 18 anos gay que consegue ficar sozinho em casa com seus dois cães pitbulls em casa, aproveita o momento se aventura em trepar com os tarados dos animais, acostumados a lamber o pau de Thomas neste dia irão comer o cuzinho do dono favorito da casa. O garoto novinho branquinho, cabelo crespo alto, poucos pelos de barba, corpo liso, magro da bunda grande, ele fica sempre de olho na piroca de seu pai, mas nunca teve coragem de pegar nela por amor e respeito, mas sonha sentir no rabo a rola grossa do papai, poucos amigos sabem de suas aventuras, família não sabe, mas sozinho ele coloca os cães para chupa-lo ele também os mama na rola, os cães adoram ir com ele pra cama, significa que ali ele vai bater uma para eles já vão direto no pau dele, assim que ele vive seus dias. Domingo de sol, família animada para ir na casa da avó, no sitio que tem mais mato que tudo, Thomas alega não estar bem de saúde. Normalmente eles levam os cachorros para soltar eles no mato, mas ele ped...