Pular para o conteúdo principal

Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 3

Meu nome é Edgar, hoje tenho 45 anos e sou dono de uma fazenda pequena, produtora de pelos cavalos, meu negócio é fornecer belos cavalos, mansos e pronto para montaria. Assumo que sou um solteirão, isto para todos que me conhecem, alguns dizem que sou estranho, solitário, viver sozinho em um casarão. Não tenho empregados, não tenho ninguém, dou conta de tudo sozinho. Tenho em torno de 10 éguas de raça, dois garanhões que faz a cobertura de tudo. Meu negócio é simples, trato de todos, escovo, faço a doma e vendo por um bom preço cada cavalo que sai daqui.

Estava contando um pouco de minha vida e de como nasceu meu amiguinho, que tinha dado o nome de "Cuzinho de Veludo", por que depois que experimentei seu cuzinho, conheci o céu e acho que o amor também.

Depois de nossa primeira completude, quando tornamos pela primeira vez um só, não me saia mais da cabeça o que tinha acontecido, ficava o tempo todo indo lá e dando uma olhada nele, que quando me via pulava com o rabinho levantado me chamando.

Eu me lembro que chegava o final de tarde, depois que colocava todos animais em seus lugares, ia para meu amorzinho. Entrava na baia dele e quase não conseguia tirar as calças da tremedeira. Meu pau ficava a pino, pegava ele pelas pernas traseiras, levantava e metia a boca no cuzão, chupava enlouquecido, depois nem cuspia mais para lubrificar meu pau, segura com tudo, colocava no centro e enterrava de uma só vez até o fundo. Segurava em seu traseiro durinho e redondo e puxava contra meu pau para enterrar mais ainda, sentia meus bagos serem esmagados no meio de seu traseiro firme.

Depois começava a socar devagar, aumentando a cada enterrada até estar socando meu pau enlouquecido com velocidade no cuzão gostoso do meu "Cuzinho de Veludo". Ele ficava empinado só levando meu pau no cú, firme, durinho com o rabo empinado feito uma égua no cio. Nestas alturas ele já estava completamente adaptado ao que fazíamos.

E assim foi durante um tempo, duas, até três vezes ao dia. Ele já tinha uns 6 meses e era meu amor, minha vida. Não fobia mais ele na baia dele, eu comecei a trazer ele para dentro de minha casa e colocava ele no meu quarto. Com o tempo ele aprendeu a dormir em minha cama.

Me lembro da primeira vez, levei ele para dentro de casa, no meu quarto, tirei a roupa e coloquei ele em minha cama, ele não gostou de deitar e ficou de pé mesmo, comi seu cuzinho com força durante muito tempo, gozei tudo lá no fundo como de costume. Depois ele não quis deitar na cama e se deitou no canto do quarto no chão, peguei uma coberta e meu travesseiro e deitei do seu lado, abracei ele, puxei seu rosto contra o meu e me declarei para ele, dizendo que o amava e ele seria meu amor para sempre. Com o tempo ele se acostumou a dormir em minha cama e com 8 meses já fodia deitado de ladinho seu bundão.

Meu "Cuzinho de Veludo" foi crescendo e se tornando um belo garanhão, ainda não está em tamanho adulto mas já tem um traseiro enorme. Somos tão íntimos que não preciso fazer nenhum rodeio, apenas tiro o pau e meto em seu cú quando quero, é só chegar perto e puxar o traseiro dele e foder. Ele aprendeu até a se abaixar um pouco para eu poder meter com mais força e na altura certa.

Este ou eu e meu amor, acredite ou não, não interessa, mas vivo com um cavalo lindo que é meu único amor, eu o amo e sei que ele também me ama.

OBS.: Foi alterado o texto original devido a muitos erros ortográficos, concordância e digitação que tornavam a leitura muito difícil, embora tentado manter o estilo.




Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 1
Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 2

Participe de nossa Pesquisa sobre Zoofilia.

Comentários

  1. Seu conto parece inacreditável. Muito tesão, uma verdadeira história de amor zoofilia. Como podem dizer que não. Que seu amiguinho não gosta deste tratamento, não é muito melhor do que ser montado, com chutes nas costelas? Top. Tesão.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Conto - A minha primeira égua

Meu nome é Karlos Oliver. Já há mais de vinte anos eu sou praticante assíduo de zoofilia. Sempre tenho narrado as minhas experiências e resolvi contar uma de minhas experiências, pois leio muito sobre o assunto e muitas coisas relatada como verdadeira não passa de narrativas fantasiosas. A minha primeira experiência foi aos 14 anos quando comi o cú de um burro na fazenda do meu pai. Aquela experiência me mostrou um admirável mundo novo. Depois de ter comido o burro eu comecei a querer comer uma buceta de égua, só que na fazenda as éguas que rinham eram muito brava e eu nunca conseguia dominá-las. Mas um dia o meu pai comprou uma égua branca e quando eu ví logo decidi que ia gozar naquela bucetinha branca. Não demorou muito eu fui fazer amizade com ela e ela era muito dócil, mansa, sempre passeava com ela, montava e fui conquistando para a hora certa. A hora certa chegou em um domingo que estava sozinho em casa, peguei uma corda, e fui buscar a minha amante equina. Levei ela para um rio...

O Mendigo e seu Cachorro Amante - 2o Parte

  Moro em um prédio no centro de uma cidade grande. É um prédio simples mas muito bom de se morar, meu apartamento é nos primeiros andares. Embora ser um andar baixo, durante a noite até que fica tranquilo, pois a rua não é uma das principais. De frente a sacada de meu Apartamento tem um outro prédio com um bom espaço de marquise, tipo um jardim de um estabelecimento que vou preservar o nome. Costumava sempre ir na sacada para fumar, ficava apoiado com os braços no para peito a fumar meu cigarro de boa. Tinha contado na parte anterior o que tinha observado um Mendigo e seu Cachorro que dormia debaixo de uma marquise do prédio mais a frente.  Peguei o Mendigo comendo o cú do Cachorro várias vezes durante a madrugada.  Simpatizei pelos dois e levei uma marmita para eles em uma noite. Estava empenhando em não perder desta vez as preliminares de tudo. Então por volta das 1:30 da madrugada, já fui para a sacada do meu apartamento ficar ligado em tudo. A rua foi ficando quieta,...

Conto - Fodendo escondido com meus PitBull

Thomas um garoto de 18 anos gay que consegue ficar sozinho em casa com seus dois cães pitbulls em casa, aproveita o momento se aventura em trepar com os tarados dos animais, acostumados a lamber o pau de Thomas neste dia irão comer o cuzinho do dono favorito da casa. O garoto novinho branquinho, cabelo crespo alto, poucos pelos de barba, corpo liso, magro da bunda grande, ele fica sempre de olho na piroca de seu pai, mas nunca teve coragem de pegar nela por amor e respeito, mas sonha sentir no rabo a rola grossa do papai, poucos amigos sabem de suas aventuras, família não sabe, mas sozinho ele coloca os cães para chupa-lo ele também os mama na rola, os cães adoram ir com ele pra cama, significa que ali ele vai bater uma para eles já vão direto no pau dele, assim que ele vive seus dias. Domingo de sol, família animada para ir na casa da avó, no sitio que tem mais mato que tudo, Thomas alega não estar bem de saúde. Normalmente eles levam os cachorros para soltar eles no mato, mas ele ped...