Meu nome é Edgar, hoje tenho 45 anos e sou dono de uma fazenda pequena, produtora de pelos cavalos, meu negócio é fornecer belos cavalos, mansos e pronto para montaria. Assumo que sou um solteirão, isto para todos que me conhecem, alguns dizem que sou estranho, solitário, viver sozinho em um casarão. Não tenho empregados, não tenho ninguém, dou conta de tudo sozinho. Tenho em torno de 10 éguas de raça, dois garanhões que faz a cobertura de tudo. Meu negócio é simples, trato de todos, escovo, faço a doma e vendo por um bom preço cada cavalo que sai daqui.
Estava contando um pouco de minha vida e de como nasceu meu amiguinho, que tinha dado o nome de "Cuzinho de Veludo", por que depois que experimentei seu cuzinho, conheci o céu e acho que o amor também.
Depois de nossa primeira completude, quando tornamos pela primeira vez um só, não me saia mais da cabeça o que tinha acontecido, ficava o tempo todo indo lá e dando uma olhada nele, que quando me via pulava com o rabinho levantado me chamando.
Eu me lembro que chegava o final de tarde, depois que colocava todos animais em seus lugares, ia para meu amorzinho. Entrava na baia dele e quase não conseguia tirar as calças da tremedeira. Meu pau ficava a pino, pegava ele pelas pernas traseiras, levantava e metia a boca no cuzão, chupava enlouquecido, depois nem cuspia mais para lubrificar meu pau, segura com tudo, colocava no centro e enterrava de uma só vez até o fundo. Segurava em seu traseiro durinho e redondo e puxava contra meu pau para enterrar mais ainda, sentia meus bagos serem esmagados no meio de seu traseiro firme.
Depois começava a socar devagar, aumentando a cada enterrada até estar socando meu pau enlouquecido com velocidade no cuzão gostoso do meu "Cuzinho de Veludo". Ele ficava empinado só levando meu pau no cú, firme, durinho com o rabo empinado feito uma égua no cio. Nestas alturas ele já estava completamente adaptado ao que fazíamos.
E assim foi durante um tempo, duas, até três vezes ao dia. Ele já tinha uns 6 meses e era meu amor, minha vida. Não fobia mais ele na baia dele, eu comecei a trazer ele para dentro de minha casa e colocava ele no meu quarto. Com o tempo ele aprendeu a dormir em minha cama.
Me lembro da primeira vez, levei ele para dentro de casa, no meu quarto, tirei a roupa e coloquei ele em minha cama, ele não gostou de deitar e ficou de pé mesmo, comi seu cuzinho com força durante muito tempo, gozei tudo lá no fundo como de costume. Depois ele não quis deitar na cama e se deitou no canto do quarto no chão, peguei uma coberta e meu travesseiro e deitei do seu lado, abracei ele, puxei seu rosto contra o meu e me declarei para ele, dizendo que o amava e ele seria meu amor para sempre. Com o tempo ele se acostumou a dormir em minha cama e com 8 meses já fodia deitado de ladinho seu bundão.
Meu "Cuzinho de Veludo" foi crescendo e se tornando um belo garanhão, ainda não está em tamanho adulto mas já tem um traseiro enorme. Somos tão íntimos que não preciso fazer nenhum rodeio, apenas tiro o pau e meto em seu cú quando quero, é só chegar perto e puxar o traseiro dele e foder. Ele aprendeu até a se abaixar um pouco para eu poder meter com mais força e na altura certa.
Este ou eu e meu amor, acredite ou não, não interessa, mas vivo com um cavalo lindo que é meu único amor, eu o amo e sei que ele também me ama.
OBS.: Foi alterado o texto original devido a muitos erros ortográficos, concordância e digitação que tornavam a leitura muito difícil, embora tentado manter o estilo.
Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 1
Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 2
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Estava contando um pouco de minha vida e de como nasceu meu amiguinho, que tinha dado o nome de "Cuzinho de Veludo", por que depois que experimentei seu cuzinho, conheci o céu e acho que o amor também.
Depois de nossa primeira completude, quando tornamos pela primeira vez um só, não me saia mais da cabeça o que tinha acontecido, ficava o tempo todo indo lá e dando uma olhada nele, que quando me via pulava com o rabinho levantado me chamando.
Eu me lembro que chegava o final de tarde, depois que colocava todos animais em seus lugares, ia para meu amorzinho. Entrava na baia dele e quase não conseguia tirar as calças da tremedeira. Meu pau ficava a pino, pegava ele pelas pernas traseiras, levantava e metia a boca no cuzão, chupava enlouquecido, depois nem cuspia mais para lubrificar meu pau, segura com tudo, colocava no centro e enterrava de uma só vez até o fundo. Segurava em seu traseiro durinho e redondo e puxava contra meu pau para enterrar mais ainda, sentia meus bagos serem esmagados no meio de seu traseiro firme.
Depois começava a socar devagar, aumentando a cada enterrada até estar socando meu pau enlouquecido com velocidade no cuzão gostoso do meu "Cuzinho de Veludo". Ele ficava empinado só levando meu pau no cú, firme, durinho com o rabo empinado feito uma égua no cio. Nestas alturas ele já estava completamente adaptado ao que fazíamos.
E assim foi durante um tempo, duas, até três vezes ao dia. Ele já tinha uns 6 meses e era meu amor, minha vida. Não fobia mais ele na baia dele, eu comecei a trazer ele para dentro de minha casa e colocava ele no meu quarto. Com o tempo ele aprendeu a dormir em minha cama.
Me lembro da primeira vez, levei ele para dentro de casa, no meu quarto, tirei a roupa e coloquei ele em minha cama, ele não gostou de deitar e ficou de pé mesmo, comi seu cuzinho com força durante muito tempo, gozei tudo lá no fundo como de costume. Depois ele não quis deitar na cama e se deitou no canto do quarto no chão, peguei uma coberta e meu travesseiro e deitei do seu lado, abracei ele, puxei seu rosto contra o meu e me declarei para ele, dizendo que o amava e ele seria meu amor para sempre. Com o tempo ele se acostumou a dormir em minha cama e com 8 meses já fodia deitado de ladinho seu bundão.
Meu "Cuzinho de Veludo" foi crescendo e se tornando um belo garanhão, ainda não está em tamanho adulto mas já tem um traseiro enorme. Somos tão íntimos que não preciso fazer nenhum rodeio, apenas tiro o pau e meto em seu cú quando quero, é só chegar perto e puxar o traseiro dele e foder. Ele aprendeu até a se abaixar um pouco para eu poder meter com mais força e na altura certa.
Este ou eu e meu amor, acredite ou não, não interessa, mas vivo com um cavalo lindo que é meu único amor, eu o amo e sei que ele também me ama.
OBS.: Foi alterado o texto original devido a muitos erros ortográficos, concordância e digitação que tornavam a leitura muito difícil, embora tentado manter o estilo.
Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 1
Conto - Cuzinho de Veludo - Parte 2
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Seu conto parece inacreditável. Muito tesão, uma verdadeira história de amor zoofilia. Como podem dizer que não. Que seu amiguinho não gosta deste tratamento, não é muito melhor do que ser montado, com chutes nas costelas? Top. Tesão.
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